A Mordomia da Família

A Mordomia da Família

A Mordomia da Família

A família é uma instituição Divina. Cada um de seus membros deve fazer a sua parte a fim de promover a felicidade, a integridade e o fortalecimento da união familiar; e desempenhar sua missão bíblica para a glória de DEUS.

Gn 1.28  E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

Texto Bíblico (Josué 24)

Origem Divina,  Pai – Mãe – Filhos

A família é uma instituição divina. Ela é tão importante, que foi criada antes da Igreja, antes do Estado, antes da nação.

Deus não fez o homem para viver na solidão. Quando acabou de criar o homem, Adão, o Senhor disse: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora, que esteja como diante dele” (Gn 2.18).

Deus tinha em mente a constituição da família, mas esta não está completa só com o casal. Por isso, o Senhor previu a procriação, dizendo: “Crescei e multiplicai-vos e enchei a terra (Gn 1.27-28).

Fica mais clara a origem da família, quando lemos: “Portanto, deixará o homem seu pai e e sua mãe e se unirá à sua mulher e serão ambos uma só carne” (Gn 2.24). “O homem” aí é o filho, nascido de pai e mãe. Deus fez a família para que o homem não vivesse na solidão (Sl 68.6; 113.9).

1 – O Casamento dá origem à Família

Ef 5.31 =  Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e serão dois numa carne. fala de um deixar físico, emocional e financeiro para se tornarem os dois uma só nova família

Desde o Princípio, Deus Estabeleceu o casamento e a Família que dele surge, como  Primeira e a mais Importante Instituição humana na Terra (Ver 1.28).

A Prescrição Divina para o  casamento é um só Homem e uma só Mulher, os quais tornam-se uma só carne (I.E., Unidos em corpo e alma). Este ensino Divino exclui o adultério, a Poligamia, a homossexualidade, a fornicação e  o Divórcio quando antibíblico (Mc

10.7-9; Ver Mt 19.9).

 2 – Diretrizes bíblicas às mulheres

1Pe 3.1 =  Semelhantemente, vós, mulheres, a sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra,

MARIDOS… SEJAM GANHOS. Pedro ensina como uma esposa deve agir a fim de ganhar para Cristo o seu marido não salvo.

(1) Ela deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22).

(2) Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver 1 Tm 2.13,15).

(3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para Cristo, mais pelo comportamento, do que por suas palavras.

 3 – Diretrizes bíblicas aos maridos

Ef 5.33 = Assim também vós, cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.

O amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem-estar dela, da mesma maneira que Cristo ama a Igreja (vv. 25-33); (3) honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa (Cl 3.19; 1 Pe 3.7); (4) lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal (v. 31; Mt 5.27,28).

4 – Diretrizes bíblicas aos filhos

Ef 6.1,2 = Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,

FILHOS, SEDE OBEDIENTES. Os filhos de crentes devem permanecer sob a orientação dos pais, até se tornarem membros doutra unidade familiar através do casamento.

(1) As crianças pequenas devem ser ensinadas a obedecer e a honrar os pais, mediante a criação na disciplina e doutrina do Senhor (ver 6.4 nota; Pv 13.24; 22.6 nota; ver a nota seguinte).

(2) Os filhos mais velhos, mesmo depois de casados, devem receber com respeito, o conselho dos pais (v. 2) e honrá-los na velhice, mediante cuidados e ajuda financeira, conforme a necessidade(Mt 15.1-6).

(3) Os filhos que honram seus pais serão abençoados p/Deus, aqui na terra e na eternidade (v.3).

5 – Diretrizes bíblicas aos pais

Ef 6.4 = E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

PAIS… VOSSOS FILHOS. É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã.

Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3). ***Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).

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(a) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).

(b) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12).

(c) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, nota sobre a oração de Jesus por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).

(d) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).

Pais e Filhos

Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.” É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã.

Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).

(1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de Deus em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19 nota; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv 4.1-4; 6.20), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.

(2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17).

(3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).

(4) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a Cristo:

(a) Dediquem seus filhos a Deus no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).

(b) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniquidade. Incutam neles a consciência da atitude de Deus para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9 nota).

(c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24;23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).

(d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).

(e) Façam saber a seus filhos que Deus está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).

(f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em Cristo, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).

(g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de Deus, se mantém os padrões de retidão e o Espírito Santo se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem”(Sl 119.63; ver At 12.5 nota).

(h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para Deus (2Co 6.14—7.1;Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com Cristo (Fp 3.20; Cl 3.1-3).

(i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no Espírito Santo (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).

(j) Ensinem a seus filhos que Deus os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).

(l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).

(m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).

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(n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12).

(o) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1).

(p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).   CPAD – BEP

O Relacionamento Entre Os Irmãos.

Irmãos devem se comunicar e trabalharem juntos para o progresso do evangelho na terra. Um grande edifício é construído de pedras que possuem arestas que de vez em quando se cortam e arranham umas nas outras, porém quando são rebocadas e pintadas não mais se lembram das diferenças, pois o mais importante é fazer parte do edifício que chega ao céu.

No edifício de Deus, a Igreja, os irmãos se perdoam e se amam, procurando esquecer as falhas de cada um e ajudando-se uns aos outros a serem membros deste tão maravilhoso edifício que vai morar no céu. 1 Pe 2.5 vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.

Sacerdócio Santo

No Antigo Testamento, o sacerdócio era restrito a uma minoria qualificada. Sua atividade distintiva era oferecer sacrifícios a Deus, em prol do seu povo e comunicar-se diretamente com Deus (Êx 19.6; 28.1; 2 Cr 29.11). Agora, por meio de Jesus Cristo, todo crente é constituído sacerdote para o serviço de Deus (Ap 1.6; 5.10; 20.6). Esse sacerdócio de todos os crentes abrange o seguinte.

(1) Todos os crentes têm acesso direto a Deus, através de Cristo (3.18; Jo 14.6; At 4.12; Ef 2.18).

(2) Todos os crentes têm a obrigação de viver uma vida santa (vv. 5,9; 1.14-17).

(3) Todos os crentes devem oferecer “sacrifícios espirituais” a Deus, inclusive:

(a) viver em obediência a Deus, sem conformar-se com o mundo (Rm 12.1,2);

(b) orar a Deus e louvá-lo (Sl 50.14; Hb 13.15);

(c) servir com coração íntegro e mente disposta (1 Cr 28.9; Fp 2.17; Ef 5.1,2);

(d) praticar boas ações (Hb 13.16);

(e) contribuir com nossas posses materiais (Rm 12.13; Fp 4.18) e

(f) apresentar nossos corpos a Deus como instrumentos da justiça (Rm 6.13,19). (4) Todos os crentes devem interceder e orar uns pelos outros e por todos (Cl 4.12; 1 Tm 2.1; Ap 8.3).

(5) Todos os crentes devem proclamar a Palavra e orar pelo sucesso dela (v. 9; 3.15; At 4.31; 1 Co 14.26; 2 Ts 3.1; Hb 13.15)

A NAÇÃO SANTA.

Os crentes são separados do mundo a fim de pertencerem totalmente a Deus (Cf. At 20.28; Tt 2.14) e de proclamarem o evangelho da salvação para a glória e louvor de Deus (cf. Êx 19.6; Is 43.20,21).

PEREGRINOS E FORASTEIROS.

Nossa nova condição de possessão peculiar de Deus nos separa do povo deste mundo e nos faz peregrinos aqui. Vivemos numa terra à qual não pertencemos. Nossa verdadeira cidadania está no céu com Cristo (cf. Fp 3.20; Hb 11.9-16).

Por sermos estrangeiros nesta terra, devemos abster-nos dos prazeres malignos deste mundo, que procuram destruir nossa alma.

A Família Servindo Ao Senhor

Js 24.15 = Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.

EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR. No processo da salvação por Deus concedida, está o assunto da escolha individual.

Depende de cada um decidir a quem servir continuamente. Como no caso de Josué e dos israelitas, permanecer em Deus não é um ato isolado no tempo e ocorrido uma única vez (cf. 1.16-18; Dt 30.19,20); precisamos vez por outra reafirmar nossa decisão feita de permanecer na e em obediência.

A reafirmação de decisões justas, feitas pelo crente, inclui temor ao Senhor, lealdade à verdade, a obediência sincera e renúncia ao pecado e todos os prazeres a ele associados (vv. 14-16). Deixar de servir e amar ao Senhor resultará depois em julgamento e destruição (v. 20; 23.11-13).

Conceito de Lar

A palavra lar vem de lare (Latim), significando, etimologicamente, ” a parte da cozinha onde se acende o fogo”; “a família”(fig.).

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Certamente, isso dá ideia de lugar íntimo, aconchegante. Daí, vem a palavra “lareira”, onde a família se reunia para conversar, ao redor do fogo, principalmente nas noites e dias frios.

Podemos dizer que o lar é o ambiente em que convive uma família. Hoje, a TV tem prejudicado a reunião da família. É um verdadeiro “altar”.

A família existe para produzir uma herança piedosa na terra, e já é um meio ideal para evangelizar e discipular o mundo. E sempre foi assim. Desde Adão e Eva, Deus tem usado famílias para alcançar o mundo.

Como já vimos, o primeiro casal recebeu a “comissão” de encher a terra com novas imagens para a glória de Deus. Anos depois da queda, Noé recebeu exatamente a mesma ordem, sem dúvida mais difícil depois da Queda, mas a mesma ordem (Gn 9:1).

Abraão, o “pai de muitas nações”, foi escolhido para que sua família fosse uma bênção trazendo salvação às nações. E o próprio Senhor Jesus veio para a terra morar em família.

Deus criou o homem e a mulher criou cada um à sua imagem. Representam algo sobre a Pessoa de Deus como indivíduos (por exemplo, personalidade, intelecto, emoção, vontade, espírito, etc.).

Propósito

Mas Deus também criou os dois à imagem de Deus: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27). “Homem e mulher os criou” (à imagem de Deus) significa que o casal como casal revela aspectos profundos sobre a Pessoa de Deus.

Este foi o primeiro propósito de Deus para a união conjugal, e revela a centralidade do relacionamento marido-esposa no plano de Deus.

“Disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma auxiliadora (ajudadora, complemento) que lhe seja idônea. Então o Senhor fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu (Não foi Adão que procurou pela Mulher, Deus é que lhe Deu, ele estava dormindo enquanto Deus trabalhava.); tomou uma de suas costelas, e fechou o lugar com carne (Não pegou da cabeça, para que a mulher não mandasse no marido; não pegou do pé, para que o homem não pisasse nela).

E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne (Indica União, mesma essência.); chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher (Deixar aqui é Sob três aspectos: Geográfico, financeiro e emocional.) , tornando-se os dois uma só carne.

Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus, e não se envergonhavam”(Quem trouxe a idéia de errado ou vergonhoso no sexo foi o pecado.) (Gn. 2:18-25.). Lembre-se De que Deus fez uma Eva para um Adão, Se Deus quisesse que a mulher ou o homem Fossem Polígamos  faria diferente.

Observação:

“A monogamia foi instituída pelo Criador, porém a poligamia foi criada pelos homens. O primeiro polígamo da história foi Lameque (Gn 4.19).

A declaração bíblica ‘e apegar-se-á à sua mulher (Gn 2.24) fala da monogamia, isto é, o princípio do casamento de um homem com uma única mulher e vice-versa. […] O Novo Testamento restabeleceu o princípio monogâmico original da criação (Mt 19-5; 1 Co 7.2; 1 Tm 3.2).

Jesus disse que, se uma mulher casada for de outro homem, comete adultério contra o seu marido, se ele estiver vivo; e da mesma forma o marido, se for de outra mulher, comete adultério contra a sua mulher, se ela estiver viva (Mc 10.11,12).

Jesus foi mais profundo, cortando o mal pela raiz, pela causa, e não pelo efeito. Ele declarou: ‘Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela’ (Mt 5.27,28).

É verdade que nem sempre podemos impedir que as aves pousem em nossa cabeça, mas podemos impedir que ali façam ninhos.

Ninguém está livre de ser sobressaltado por pensamentos pecaminosos, mas qualquer cristão pode perfeitamente impedir que esses pensamentos sejam cultivados (Cl 3.1-5)” (SOARES, Esequias. Casamento, Divórcio & Sexo à Luz da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.16-17).

Conclusão

Todos os problemas da família não serão resolvidos de uma só vez, mas devemos buscar o aperfeiçoamento cada dia. “tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.”

Fp 1.6 O perdão deve ser exercitado diariamente na vida do casal, perdoando-se mutuamente e conversando abertamente a cada dia: terminem o dia com uma folha limpa. “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados” Tg 5.16.

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