Voltados os olhos para a Bendita Esperança

Voltados os olhos para a Bendita Esperança

Voltados os olhos para a Bendita Esperança

Os sinais da vinda de Cristo nos alerta, cabe a cada um de nós está vigilante e levarmos em consideração os acontecimentos  de que Jesus falou buscando constantemente a presença de Deus para sermos cheios da graça e do Espírito Santo de Deus para resistirmos a esses dias de fala as Escrituras Sagradas.

Texto Bíblico Atos 1.6-11

A Vinda de Cristo será inesperada

JESUS afirma claramente que sua vinda para levar os santos antes da tribulação será numa ocasião inesperada. Ele não somente declara que eles não sabem a hora (v. 42), mas também que Ele voltará à hora em que não pensais (v. 44). Isto indica claramente que haverá surpresa, espanto, e que os fiéis não saberão o momento certo da sua vinda. Assim sendo, para os santos da igreja, JESUS virá num momento inesperado (v. 44). Isto claramente fala de surpresa, pasmo e rapidez nesta específica fase da vinda de CRISTO.

Este evento é chamado de primeira fase da segunda vinda de CRISTO. Quanto à vinda de CRISTO com poder e grande glória, para julgar o mundo depois da tribulação (v. 30; Ap 19.11-21), ela será aguardada e prevista; v. 33; Lc 21.28). O cumprimento dos eventos e sinais durante a tribulação suscitará nos santos a certeza e a expectativa da ocasião da volta de CRISTO, ao passo que os santos da igreja dos dias atuais terão surpresa por ocasião do seu arrebatamento (ver 24.44; Jo 14.3). A vinda de CRISTO depois da tribulação é comumente chamada a segunda fase da vinda de CRISTO

 Esperando a Vinda de Cristo

1 – Com Prudência, como diz o hino da Harpa Cristã 312.

 (Prudência) substantivo feminino:

– virtude que faz prever e procura evitar as inconveniências e os perigos; cautela, precaução. calma, ponderação, sensatez, paciência ao tratar de assunto delicado ou difícil.

– Em Mateus 24:4 Jesus diz: Acautelai-vos para que ninguém vos engane… A advertência de Jesus contra os falsos mestres, é que eles são perigosos. Estes pseudoprofetas não são só indivíduos momentaneamente desencaminhados. Eles são corruptos até o âmago, falsos na própria essência de suas vidas espirituais (“. . . por dentro são lobos roubadores”). Como o príncipe bestial que os domina (1 Pedro 5:8), seu propósito não é servir, mas devorar.

Eles não nutrem seus seguidores, eles os consomem (Atos 20:29-30; 2 Pedro 2:3). Mas o perigo real destes falsos profetas está em seu habilidoso engano. Eles chegam vestidos de ovelhas. Seu verdadeiro caráter e intenção estão sempre ocultos por uma aparência de piedade. Eles se fazem passar por discípulos. O ignorante e o desprevenido que tratam descuidadamente com superficialidades estão destinados a serem enganados por estes espertalhões que, longe de serem abertamente carnais e repulsivos, são, como Paulo os descreve, religiosamente atraentes (2 Coríntios 11:13), experientes na vida (Colossenses 2:8) e encantadores (Romanos 16:17-18).

Eles são justamente o tipo de pessoa que levaria os observadores superficiais a perguntar como estes professores bons, sinceros e instruídos poderiam estar errados. Se quisermos andar em segurança no caminho estreito, não é suficiente sermos sinceros; temos que ser prudentes, também (Mateus 10:16). Estejamos apercebidos! Jesus está voltando e não podemos descuidar nos envolvendo com aqueles que semeiam a morte na panela com o pretexto de piedade!

2 –  Com oração (Mt 26.41).

– PORTANTO, VIGIAI. Vigiai (gr. gregoreo) é um imperativo presente e denota uma vigília constante no tempo atual. A razão para a vigília constante, hoje, e não apenas no futuro, é que os crentes dos dias atuais não sabem quando o Senhor virá buscá-los (ver Jo 14.3). Não haverá sinais específicos de aviso para eles. Nunca devem presumir que Ele não poderá vir hoje (ver v. 44 ; cf. Mc 13.33-37). A volta de CRISTO para buscar a igreja pode ocorrer a qualquer dia.

3 – Com santidade (1 Pe 1.13-1

Em 1º Pe 1.2 “Eleitos segundo a presciência de DEUS Pai, em santificação do ESPÍRITO, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS  CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas”.

Santificação (gr. hagiasmos) significa “tornar santo”, “consagrar”, “separar do mundo” e “apartar-se do pecado”, a fim de termos ampla comunhão com DEUS e servi-lo com alegria.

(a) Além do termo “santificar” (cf. 1Ts 5.23), o padrão bíblico da santificação é expresso em termos tais como “Amarás o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37), “irrepreensíveis em santidade” (1Ts 3.13), “aperfeiçoando a santificação” (2Co 7.1), “a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma não fingida” (1Tm 1.5), “sinceros e sem escândalo algum” (Fp 1.10), “libertados do pecado” (Rm 6.18), “mortos para o pecado” (Rm 6.2), “para servirem à justiça para santificação” (Rm 6.19), “guardamos os seus mandamentos” (1Jo 3.22) e “vence o mundo” (1Jo 5.4). Tais termos descrevem a operação do ESPÍRITO SANTO mediante a salvação em CRISTO, pela qual Ele nos liberta da escravidão e do poder do pecado (Rm 6.1-14), nos separa das práticas pecaminosas deste mundo atual, renova a nossa natureza segundo a imagem de CRISTO, produz em nós o fruto do ESPÍRITO e nos capacita a viver uma vida santa e vitoriosa de dedicação a DEUS (Jo 17.15-19,23; Rm 6.5, 13, 16, 19; 12.1; Gl 5.16, 22,23; ver 2Co 5.17).

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(b) Retidão moral de um caráter imaculado, demonstrada na pureza do crente diante de DEUS, na obediência à sua lei e na inculpabilidade desse crente diante do mundo (Fp 2.14,15; Cl 1.22; 1Ts 2.10; cf. Lc 1.6).

(c) A santificação é um requisito para todo crente em CRISTO. As Escrituras declaram que sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14).

(d) Os filhos de DEUS são santificados mediante a fé (At 26.18).r.

(e) A santificação é uma obra de DEUS, com a cooperação do seu povo (Fp 2.12,13; 2Co 7.1). .(Tg 1.27; cf. Rm 6.13,19; 8.13; Ef 4.31; 5.18; Tg 4.8).

(f) A verdadeira santificação requer que o crente mantenha profunda comunhão com CRISTO (ver Jo 15.4), continue em obediência e seja cheio do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.14; Ef 5.18).

(g) Segundo o NT, a santificação não é descrita como um processo lento, de abandonar o pecado pouco a pouco. Pelo contrário, é apresentada como um ato definitivo mediante o qual, o crente, pela graça, é liberto da escravidão de Satanás e rompe totalmente com o pecado a fim de viver para DEUS (Rm 6.18; 2Co 5.17; Ef 2.4,6; Cl 3.1-3). Ao mesmo tempo, no entanto, a santificação é descrita como um processo vitalício mediante o qual continuamos a mortificar os desejos pecaminosos da carne (Rm 8.1-17), somos progressivamente transformados pelo ESPÍRITO à semelhança de CRISTO, (2Co 3.18) crescemos na graça (2Pe 3.18), e devotamos maior amor a DEUS e ao próximo (Mt 22.37-39; 1Jo 4.10-12, 17-21).

(h) A santificação pode significar uma outra experiência específica e decisiva, à parte da salvação inicial. O crente pode receber de DEUS uma clara revelação da sua santidade, bem como a convicção de que DEUS o está chamando para separar-se ainda mais do pecado e do mundo e a andar ainda mais perto dEle (2Co 6.16-18). Com essa certeza, o crente se apresenta a DEUS como sacrifício vivo e santo e recebe da parte do ESPÍRITO SANTO graça, pureza, poder e vitória para viver uma vida santa e agradável a DEUS (Rm 12.1,2; 6.19-22).

4 – Na unção do ESPÍRITO SANTO.

– PELO ESPÍRITO SANTO… PREGARAM. O mesmo ESPÍRITO que inspirou os profetas do AT (v. 11), inspirou a verdade do evangelho; assim, a mensagem do evangelho tem sua origem em DEUS, e não nos seres humanos. No dia de Pentecoste, o mesmo ESPÍRITO que inspirou a verdade do evangelho, começou a dar poder a todos os crentes para proclamarem essa mensagem (At 1.8; 2.4).

 5 –  Com amor.

1Co 13.1 E NÃO TIVESSE CARIDADE. O cap. 13 é uma continuação do ensino de Paulo sobre os dons espirituais. Ele enfatiza, aqui, que ter dons espirituais sem amor (caridade), de nada adianta (vv. 1-3). O “caminho ainda mais excelente” (12.31) é o exercício de dons espirituais com amor (vv. 4-8). O amor, sendo o único contexto em que os dons espirituais podem cumprir o propósito de DEUS, deve ser o princípio predominante em todas as manifestações espirituais. Daí, Paulo exortar os coríntios: “Segui a caridade e procurai com zelo os dons espirituais” (14.1).

Os crentes devem, com muito zelo, buscar as coisas do ESPÍRITO, para que, assim equipados, possam ajudar, consolar e abençoar o próximo neste mundo.13.2 NADA SERIA. Há pessoas afeitas às práticas religiosas sem qualquer aprovação de DEUS. É até possível que nem sejam crentes. Por exemplo, pessoas, que falam em línguas, profetizam, têm conhecimento ou realizam grandes obras da fé, sem, contudo terem amor, nem a justiça de CRISTO.

Esses “nada” são aos olhos de DEUS. Diante de DEUS, a sua espiritualidade e profissão de fé são vãs (v.1); esses não têm lugar no Reino de DEUS (cf. 6.9,10). Não somente lhes falta a plenitude do ESPÍRITO como também não tem a sua presença habitando neles. As manifestações espirituais que ocorrem neles não provêm de DEUS, mas doutro espírito (ver At 8.21; 1 Jo 4.1). O essencial na autêntica fé cristã é o amor segundo uma ética que não prejudique o próximo e que persevere na lealdade a CRISTO e à sua Palavra (ver também v. 13)

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 6 – Permanecendo fiel.

O SERVO FIEL E O INFIEL. JESUS revela aqui que há duas maneiras de viver de todo crente em relação à sua ausência e promessa da sua volta. (1) Estar ele sempre vigilante e, espiritualmente, pronto para a volta do Senhor a qualquer momento, para receber a bênção do seu Mestre (ver v. 35; Mc 13.35; Jo 14.3). (2) Viver descuidado, julgando que o Senhor adiará a sua vinda; deixar de resistir ao pecado e afastar-se do caminho da fidelidade. Deste modo, ele será alvo da condenação e da ira do Senhor e herdará eterna vergonha e ruína na sua vinda (vv. 45, 46; cf.Mt 24.44; Jo 5.24; 15.6).

Devemos está vigilantes em todas as coisas que cercam nossas vidas, por isso, daremos atenção á prática da vigilância apresentando um pouco mais de argumento sobre o assunto e para isso separamos um tópico:

ARGUMENTO TEOLÓGICO – “O único motivo por que a promessa da nossa ressurreição, do nosso corpo glorificado, do nosso reinar com Cristo, e do nosso futuro eterno é chamada ‘esperança’ é porque ainda não os alcançamos (Rm 8.24,25). Essa esperança, porém, nunca nos decepcionará, nem nos envergonhará por termos confiado nela, porque ela é mantida viva e demonstrada como verdadeira pelo amor de Deus que o Espírito Santo derramou em nosso coração.”

Leia mais em “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, 2019, pp.610-17. “Paulo confirma as advertências de Jesus ao reconhecer que ‘o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite’ (1 Ts 5.2). Os crentes, porém, não serão apanhados de surpresa, não porque saibam de antemão a data, mas porque são do dia, e vivem na luz da Palavra de Deus (não são da noite, nem pertencem às trevas da iniquidade). Como consequência, estão alerta, com domínio próprio, protegidos pela fé e amor como couraça, e tendo por capacete a esperança da salvação (1 Ts 5.4-9).

Assim como o apóstolo Paulo, continuam ansiando pela sua vinda (2 Tm 4.8) porque o amam e confiam nEle. A esperança de Paulo não estava ‘ligada a uma data fixa, mas o evangelho que declarava o cumprimento das promessas do Antigo Testamento, e conclamava as pessoas a viverem com confiança’” (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.614).

A Importância da Vigilância ante a Vinda de Cristo

Vigilância: substantivo feminino – ato ou efeito de vigiar. Estado de quem permanece alerta, de quem age com precaução para não correr risco; cuidado.

A vigilância é uma das sete bem-aventuranças de Apocalipse. No grego significa: vigiar; manter-se alerta; cuidar; velar; está de sentinela; zelo diligente; mandamento para ação habitual.  O Senhor Jesus nos trás uma advertência através de uma parábola do servo vigilante em São Lucas 12:38-48. Ele nos fala sobre a vigilância que nós temos de ter em relação a nossa alma, pois ela deve estar preparada ao modo de nosso Senhor para que não sejamos pegos de surpresa.  “Sede semelhantes  aqueles que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento; para que, quando ele chegar e bater, possam abrir-lhe a porta imediatamente’  (Lc 36:38). Os servos deveriam aguardar a volta de seu senhor apostos, em constante vigilância, posto que não sabiam que horas ele viria das festas de casamento então não poderiam adormecer.

“Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilante… Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.. “ (Lc. 12. 37, 38)  Aqui a segunda vigília compreende de 21hs até às 24hs, e a terceira de 24hs às 3hs. Ou seja, não havia um horário determinado, mas sim a certeza de que seu senhor viria, e em nenhuma  hipótese eles poderiam ser pegos dormindo.

Veja bem, Jesus usa deste exemplo prático para falar conosco dizendo que deveríamos agir de igual modo perante Ele. E quando recebemos este aviso sabemos qual é a vontade de nosso Senhor e como Ele espera nos encontrar, agora veja o verso a seguir.  ” Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites. Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites.” (Lc. 12. 47-48). Você já ouviu aquele adagio popular que diz: “Não podemos brincar com fogo”.  Muito bem, saber da vontade de Deus e não a cumprir, e não se aprontar segundo a mesma é “brincar com fogo”.

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Devemos levar a sério os alertas que Deus nos faz. No versículo 39 Jesus deixa algo bem claro: ” Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, [vigiaria e] não deixaria arrombar a sua casa.”  O ladrão não liga avisando e nem pedindo a sua permissão para arrombar sua casa e levar tudo que você tem, ele simplesmente aparece quando a pessoa menos espera, por isso a necessidade de constante vigilância. E mesmo com tantos alertas da palavra de Deus sobre isso tem muita gente que vai ser surpreendida, mas de maneira negativa.

Esperando a Promessa da Vinda de Cristo com expectativa

A esperança do futuro não é permissão para viver irresponsavelmente no presente. Aguardemos com expectativa o dia da vinda do Senhor.

Muitos de nós não temos problema em esperar, ou, eu deveria dizer que esperar é o problema? Estamos aguardando, mas não cheios de expectativa. Esquecemo-nos de perscrutar, investigando seu retorno. Temos tanta paciência que nos acomodamos. Estamos satisfeitos. Raramente atentamos para os sinais e mais raramente ainda vamos ao templo.

Não permitimos que o Espírito Santo altere nossa agenda, mude nossos planos e nos conduza à adoração a fim de vermos Jesus. O Senhor Jesus está falando aos que vivem esperando, mas não vigiam o suficiente: ‘Quanto ao dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus nem o Filho, senão somente o Pai.  Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor. Assim, também vocês precisam estar preparados, porque o Filho do Homem virá numa hora em que vocês menos esperam’ (Mt 24.36,42,44).” (Lucado, Max. Quando Cristo voltar. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p. 34,35.)

A promessa da segunda vinda de Jesus é uma santa e alvissareira mensagem. Por meio dessa bendita promessa, o crente encontra consolo e alívio em sua peregrinação neste mundo (1 Ts 4.18). O som ruidoso das intempéries espirituais e morais deste mundo tenebroso não é maior do que o alarido celeste que convocará os santos à glória (1 Ts 4.16). Neste glorioso dia, a incredulidade será vencida pela fé; o medo dará lugar à esperança e, a morte, será vencida pela vida eterna (1 Co 15.51-56). “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Co 15.58).

ARGUMENTO BÍBLICO – “Entrementes, o Espírito nos prepara, de muitas maneiras, para o cumprimento de nossa esperança gloriosa. Ele nos ajudar a orar (Rm 8.26,27) enquanto ‘nós, pelo espírito da fé, aguardamos a esperança da justiça’ (Gl 5.5). O dom do Espírito Santo é um selo e uma ‘primeira prestação’ daquilo que receberemos em maior plenitude na nossa herança futura como filhos de Deus (Ef 1.13,14).

É também ‘penhor’ de que realmente o receberemos se conservamos a nossa fé em Jesus, e continuamos a semear para agradar ao Espírito, e não para agradar à nossa natureza pecaminosa (Gl 6.7-10; ver também Rm 2.10). […] Juntamente com essas primeiras prestações das bênçãos do porvir, podemos desfrutar de tempos de refrigério da parte do Senhor sempre que houver arrependimento ou uma mudança de atitude para com o Senhor (At 3.19). Mas, conforme já foi enfatizado, as advertências de Jesus devem ser levadas a sério. Repetidas vezes, Ele enfatizou a importância de estar pronto e de viver à luz da sua volta (Mt 24.42, 44, 50; 25.13; Lc 12.35,40; 21.34-36)” (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.616-17).

Conclusão

“Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.” Lc. 12. 43.   “Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.” Lc. 12. 40. “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas”. Apocalipse 16:15.

As advertências de CRISTO aos seus discípulos para estarem sempre apercebidos para a sua vinda, por não saberem quando ela se dará, cremos ser uma referência à volta de CRISTO, vindo do céu, para tirar do mundo os santos da Igreja, i.e., o arrebatamento (ver Jo 14.3 ), assunto que posteriormente estaremos estudando.

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