A Formação do Caráter Cristão

Formação do Caráter Cristão

A FORMAÇÃO DO CARÁTER CRISTÃO

 

Deus planejou de forma maravilhosa a vida do homem e o criou com um caráter íntegro.

Porém o pecado corrompeu o caráter humano, e isso afetou diretamente a formação do caráter cristão, o afastando da presença de Deus.

Assim, só o poder do Evangelho de Cristo é capaz de transformar e aperfeiçoar o caráter humano para um novo relacionamento com Deus e com o próximo, de forma íntegra e respeitosa.

 

Neste artigo você estudará sobre:

1. Definição de Caráter

2. A corrupção da queda

3. O valor da Redenção

4. Características do mau caráter

5. Antídoto para preservação do verdadeiro caráter cristão

Bons estudos!

 

TEXTO BÍBLICO

(Efésios 4.17-24).

17 E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente.

18 Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração;

19 Os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza.

20 Mas vós não aprendestes assim a Cristo,

21 Se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus;

22 Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;

23 E vos renoveis no espírito da vossa mente;

24 E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.

 

DEFINIÇÃO DE CARÁTER

Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é “o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral”. O caráter é a característica responsável pela ação, reação e expressão máxima da personalidade.

É a maneira de cada pessoa agir e expressar-se. Tem a ver com os princípios, valores e ética de cada um. Muitos fatores podem influenciar a formação do caráter cristão.

O Caráter pode também representar o conjunto das qualidades de uma pessoa que determina sua conduta em relação a Deus, a si mesma e ao próximo. Então, caráter de uma pessoa, portanto, não apenas define quem ela é, mas também descreve seu estado moral e a distingue das demais de seu grupo (Pv 11.17; 12.2; 14.14; 20.27).

Caráter moral

Do lat. Charactere do gr. kharacktér, marca, sinal de distinção. Natureza básica do ser humano que o torna responsável por seus atos tanto diante de Deus como diante de seus semelhantes.

O caráter moral tem como ressonância elementar a consciência que, como a voz secreta que temos na alma, aprova ou reprova nossas ações. Para conhecer mais leia, Dicionário Teológico, Claudionor de Andrade, CPAD, p. 75.

A Bíblia é farta de ensinamentos referentes à virtude, à moral e ao caráter cristão. Os preceitos da Lei, especialmente os do Decálogo (Êx 20), as mensagens éticas dos profetas (Is 10.1,2; Hc 2), os ensinos de Jesus (Mt 5-7), e as doutrinas exaradas nas epístolas (Rm 12.9-21; 1 Pe 3.8-16), revelam a vontade Deus para a vida moral do homem (2 Tm 3.16).

Personalidade e caráter.

A personalidade pode ser definida como sendo a qualidade do que é pessoal. Ela é a nossa maneira de ser, ou seja, aquilo que nos distingue de outra pessoa. O caráter não é herdado.

Ele é construído mediante a formação que recebemos. Por isso, a Palavra de Deus adverte: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se esquecerá dele” (Pv 22.6).

O temperamento refere-se ao estado de humor e às reações emocionais de uma pessoa – o modo de ser. A personalidade envolve a emoção, vontade e inteligência de uma pessoa – aquilo que o indivíduo é.

O caráter, influenciado pelo temperamento e personalidade, é o conjunto das qualidades boas ou más de um indivíduo que determina-lhe a conduta – como a pessoa age.

A formação do caráter cristão quando está sob o cuidado do Espírito Santo de Deus, transforma verdadeiramente o cristão e lhe garante uma vida integra na sociedade terrena, e vida eterna na mansões celestiais.

A CORRUPÇÃO DA QUEDA

A Queda

O primeiro pecado da humanidade abrangeu todos os demais pecados: a afronta e desobediência a Deus, o orgulho, a incredulidade, desejos errados, o desviar outras pessoas, assassinato em massa da posteridade e a submissão voluntária ao Diabo. As consequências imediatas foram numerosas e extensivas.

O relacionamento entre Deus e os homens, de franca comunhão, amor, confiança e segurança, foi trocado por isolamento, autodefesa, culpa e banimento.

Adão e Eva bem como o relacionamento entre eles, entram em degeneração. A intimidade e a inocência cederam lugar à acusação. Seu desejo rebelde pela independência resultou em dores de parto, labuta e morte.

Seus olhos realmente foram abertos, e eles conheceram o bem e o mal, mas era pesado esse conhecimento sem o equilíbrio de outros atributos divinos, como o amor, a sabedoria e o conhecimento.

A criação, confiada aos cuidados de Adão, foi amaldiçoada, gemendo pela libertação dos resultados da infidelidade dele. Por estar a natureza humana tão deteriorada pela Queda, pessoa alguma tem a capacidade de fazer o que é espiritualmente bom sem a ajuda graciosa de Deus.

A esta condição chamamos corrupção total— ou depravação — da natureza” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. l.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 268).

A despeito de ter sido criado à imagem e semelhança de Deus: santo, justo e perfeito (Gn 1.26,27; Ec 7.29; Ef 4.24), o homem não permaneceu nessa condição. Atingido pelo pecado, teve sua natureza moral corrompida (Rm 1.18-32), necessitando assim da nova vida em Cristo (2 Co 5.17).

 

O VALOR DA REDENÇÃO

1 – A Redenção

A Bíblia também emprega a metáfora do resgate ou da redenção para descrever a obra salvífica de Cristo. O tema aparece muito mais frequentemente no Antigo Testamento que no Novo.

O tema aparece muitas vezes no Antigo Testamento, referindo-se aos ritos da ‘redenção’ no tocante às pessoas ou aos bens. O próprio Deus é o Redentor do seu povo, e eles são os redimidos.

O Senhor tomou medidas para redimir os primogênitos. Ele redimiu Israel do Egito e também os remirá do exílio.

Às vezes Deus redime um indivíduo; ou um indivíduo ora, pedindo a redenção divina. Mas a obra divina na redenção é primeiramente moral no seu escopo. Em alguns textos bíblicos, a redenção claramente diz respeito aos assuntos morais.

Salmos 130.8 diz: ‘Ele remirá a Israel de todas as suas iniquidades’. Isaías diz que somente os ‘remidos’, os ‘resgatados’, andarão pelo chamado ‘O Caminho Santo’ (Is 35.8-10). Diz ainda que a ‘filha de Sião’ será chamada ‘povo santo, os redimidos do senhor’.

O Resgatador

No Novo Testamento, Jesus é tanto o “Resgatador” quanto o ‘resgate’; os pecadores são ‘resgatados’. Ele declara que veio ‘para dar a sua vida em resgate [gr. lutron] de muitos (Mt 20.28; Mc 10.45).

Era um ‘livramento [gr. apolutõsis] efetivado mediante a morte de Cristo, que libertou da ira retributiva de Deus e da penalidade merecida pelo pecado. Todos pecaram, havendo portanto, a necessidade universal de Salvação em Jesus Cristo.

Paulo liga nossa justificação e o perdão dos pecados à redenção que há em Cristo. Diz que Cristo ‘para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção’ (1Co 1.30).

Diz também que Cristo ‘se deu a si mesmo em preço de redenção por todos (1Tm 2.6)” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp. 356,357).

Ao aceitar a Cristo como Salvador, o homem recebe da parte de Deus um novo caráter (2 Co 5.17). O Espírito Santo, por meio de suas ministrações (Rm 8.1-17; Gl 5.22-26), aperfeiçoa-o gradualmente (2 Co 3.18; 1 Pe 1.2).

Na continuação, o Espírito da Verdade passa a controlá-lo por completo, de modo que suas ações passam a ser moldadas por Ele (Rm 8.5-11). Uma vez que a imagem perdida no Éden fora restaurada, o homem passa a experimentar e demonstrar uma vida de integridade (Gn 3.11-13; Rm 5.12; 1 Co 15.22,45; Ef 4.23,24).

Devemos olhar para Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter e autor e consumador da nossa fé.

 

CARACTERÍSTICAS DO MAU CARÁTER

1 – Insensibilidade moral.

O pecado tem subtraído do ser humano toda a sua sensibilidade concernente aos princípios e valores morais. Sem que se perceba, sua natureza moral é corrompida (Rm 1.18-32), seu coração é endurecido (Hb 3.7-19) e sua consciência é cauterizada (1 Tm 4.2; Ef 4.18).

É nesse ponto que o homem se torna insensível à voz do Espírito, passando a praticar todo tipo de pecado, entristecendo ao Todo-Poderoso (Ef 4.31).

Portanto, é dever de todos os crentes observarem os limites estabelecidos pela Palavra de Deus, para que vivam “como astros no mundo” (Fp 2.15).

2 –  Permissividade.

É o que acontece quando o homem não resiste às forças do mal (Rm 12.2; Tg 4.7; 1 Pe 5.8,9). Há crentes aceitando e outros até buscando no comércio e na sociedade, o que Jesus terminantemente rejeitou no deserto (Mt 4.3-11).

3 –  Mentira.

Há muitas formas de mentira. Uma informação falsa passada como se fosse verdadeira constitui uma mentira. Alguém já disse que a mentira é qual cabo de ferramenta que dá em qualquer uma delas.

É um tipo de pecado que permeia toda a raça humana em todas as épocas, culturas e civilizações (Sl 116.11). A mentira é do Diabo (Jo 8.44). Mas, Cristo é a Verdade que liberta (Jo 3.16; 8.32,36) e conduz o homem a uma vida pautada na realidade.

4 –  Malícia.

As palavras são o instrumento pelo qual o ser humano manifesta seus pensamentos, sentimentos, ideias e desejos, conforme as circunstâncias em que vive e com que se defronta (Mt 15.11,18-20).

O que o homem pensa e fala reflete seu caráter (Sl 5.9; 7.9). A malícia é um pecado que macula e subverte o caráter cristão (Rm 1.29). Os maliciosos geralmente pensam e falam o pior acerca dos outros e veem maldade em tudo (Sl 10.7; Lc 11.39). Para os tais, nada é puro (Tt 1.15).

A fim de estarmos comprometidos com os valores celestiais (Fp 4.8; Cl 3.2,3), a Palavra de Deus nos admoesta a abandonarmos definitivamente toda malícia (1 Co 14.20; Ef 4.31; Cl 3.8; Tt 3.3-5; 1 Pe 2.1-3).

5 –  Concupiscência.

Trata-se dos desejos desenfreados, malignos, impuros, corruptores e pecaminosos que afetam o caráter do homem (Rm 1.24; Cl 3.5; 1 Pe 2.11; 1 Jo 2.15-17).

A concupiscência se manifesta mediante o desejo descontrolado pelas coisas naturais desta vida a ponto de conduzir o indivíduo à satisfação desses impulsos por meios imorais e ilícitos (Tg 1.14,15).

A Bíblia afirma que a única maneira eficaz de se vencer a concupiscência é andar no Espírito (Gl 5.16).

6 –  Cobiça.

A cobiça é um desejo impetuoso e desequilibrado de adquirir bens materiais, inclusive alheios. A prática da cobiça leva o homem à dívida, ao roubo, à desonra, ao egoísmo, à fraude e, até, ao homicídio (1 Tm 6.10).

7 – Ambição.

O lado negativo da ambição é o desejo incontrolável de obter bens materiais ou posições, mesmo que a pessoa já possua essas e outras coisas.

Esta atitude é o primeiro passo para que entre no coração do homem o orgulho. Deus, porém, aborrece tais coisas (Pv 16.5; Tg 4.6,16).

A ambição torna o homem egoísta, rebaixa seus valores e transforma a sua maneira de agir com os seus semelhantes. Adaptação: 3º Trimestre de 2007 CPAD – Título: A busca do caráter cristão – Comentarista: Eliézer de Lira e Silva – Lição 1: A natureza do caráter cristã – Data: 08 de Julho de 2007.

 

ANTÍDOTO PARA PRESERVAÇÃO DO VERDADEIRO CARÁTER CRISTÃO

1. Manter-se em comunhão com o Espírito.

O ser humano traz em sua natureza uma forte inclinação para o pecado (Rm 7.18-23; Pv 4.14-17). Trata-se de uma tremenda força maligna impossível de ser superada sem a ajuda divina.

É justamente por isso que Deus nos enviou seu Espírito para habitar em nós, dando-nos a condição de andarmos em novidade de vida (Rm 6.4; 2 Co 5.17).

Somente pelo Espírito Eterno, o crente pode caminhar seguro, resistindo aos desejos da carne (Rm 8.1,9,13; Cl 5.16).

Em Gálatas 5, o apóstolo Paulo enumera várias obras da carne que contaminam o caráter do homem sem Cristo (Gl 5.19-21). Todavia, nesse mesmo capítulo, encontramos um conjunto de valores espirituais que garante a saúde moral do crente (v.22).

2. Conhecer a Palavra de Deus.

A Bíblia Sagrada é a única regra de fé e prática do cristão. Ela nos apresenta o padrão de comportamento necessário ao homem que deseja viver uma vida justa, sóbria e piedosa neste mundo (Tt 2.12). Ao longo da narrativa bíblica deparamo-nos com uma série de valores e virtudes morais e espirituais estabelecidas por Deus para o homem. Todavia, estas qualidades indispensáveis ao ser humano, só foram plenamente identificadas e vividas em Jesus.

Hoje sabemos que essas santas virtudes estão ao alcance de todos, por meio da extraordinária obra do Espírito. É imprescindível ao homem conhecer muito bem as Escrituras e o poder de Deus para que não erre na busca de uma vida virtuosa diante de Deus e do próximo (Mt 22.29).

3. Disciplina da Integridade.

A oração e o jejum, apesar de serem armas espirituais poderosas, são também instrumentos que auxiliam na disciplina do caráter cristão. O jejum, por exemplo, é um sacrifício que agrada a Deus e promove disciplina ao crente (Jz 20.26; 1 Sm 7.6).

Portanto, o homem pode e deve pedir a Deus que o auxilie durante o tempo em que busca as virtudes espirituais, éticas e morais expostas na Palavra de Deus.

Para o cristão, o fato mais deprimente é este: existe pouca diferença, na estatística, entre as práticas éticas dos religiosos e a dos não-religiosos.

Nas estatísticas do Instituto Gallup, 43 por cento de não-frequentadores de igrejas admitem que furtam material de escritório, contra 37 por cento dos frequentadores. Mas, será isto verdade com relação aos verdadeiros cristãos? A resposta é sim.

A conduta ética geral dos cristãos varia muito pouco em comparação com os não-cristãos, com grandes exceções, é óbvio. Tristemente, os cristãos são quase idênticos aos não-cristãos:

 a) Falsificam sua declaração de imposto de renda;

  b) Cometem plágio/colam;

  c) Copiam programas de computador ilegalmente;

  d) Roubam tempo;

  e) Dizem aos outros o que estes gostariam de ouvir;

  f) Obedecem apenas as leis que lhes interessam, seletivamente.

Razões

Muitas razões podem ser citadas para reforçar este argumento. A culpa popular recai no subjetivismo e no relativismo moral de nossos dias. Mas a razão principal para a crise de integridade é que nós, humanos, somos fundamentalmente desonestos, mentirosos congênitos (Rm 3.13).

Ninguém teve de nos instruir na desonestidade. Mesmo depois de regenerados, se não nos disciplinarmos sob o domínio de Cristo, voltaremos a enganar, da mesma maneira como o pato volta para a água”. (HUGHES, R. K. Disciplinas do homem cristão. 3.ed., RJ: CPAD, 2004, p.115-6.)

Para que você se torne o homem ou a mulher que o Senhor deseja, é necessário que seu temperamento, personalidade e caráter se tornem subservientes aos projetos de Deus para a sua vida.

Até que Deus prevaleça sobre nossas vidas, alguns precisam ser jogados numa cisterna, como José (Gn 37.20); outros, ser alimentados por corvos, como Elias (1 Rs 17.6); e, alguns, apresentar sua língua aos serafins, como fez Isaías (Is 6.6,7).

O caminho que Deus escolhe para forjar o caráter de seus cooperadores algumas vezes é íngreme e inóspito. Mas, quando eles saem da fornalha, é perceptível até mesmo para os pagãos que eles andaram com o quarto Homem na fornalha (Dn 3.25-27).

Deus jamais chama alguém para uma grande missão sem que esse escolhido passe por uma profunda transformação moral.

Se você deseja que Deus faça em sua vida o mesmo que fez com José, Elias e Isaías, coloque-se no altar do Espírito; apresente a sua personalidade àquEle que a todos transforma segundo a imagem de Cristo. Só assim você será a pessoa que Deus deseja que você seja.

 

CONCLUSÃO

Portanto, vimos neste conteúdo que o caráter cristão está fundamentado no Decálogo, na mensagem ética dos profetas, nos ensinos de Jesus e nas doutrinas epistolares. Essas normas revelam a vontade de Deus para a vida moral do homem.

O caráter cristão é preservado mediante a comunhão do crente com o Espírito Santo, pelo conhecimento da Palavra e através de uma vida cristã disciplinada.

 

REFERÊNCIAS

– Bíblia do Pregador Pentecostal (ARC)

– Bíblia de Estudo Palavra Chave (ARC)

– Apontamentos Teológico do Autor

– Dicionário da Língua Portuguesa Online

–  Adaptação: 3º Trimestre de 2007 CPAD – Título: A busca do caráter cristão – Comentarista: Eliézer de Lira e Silva – Lição 1: A natureza do caráter cristã – Data: 08 de Julho de 2007

 

Comentário do Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Ibotirama-Bahia. Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior. Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC. Membro do CEECRE (Conselho Estadual de Educação e Cultura Religiosa da CEADEB). Diretor da ESTEADI (Escola Teológica da Assembleia de Deus em Ibotirama). Presidente do Conselho de Pastores e Líderes Evangélicos de Ibotirama (CONPLEI). Conferencista, Seminarista, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba.

 

 

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