O Sistema de Sacrifícios

O sistema de sacrifícios

O Sistema de Sacrifícios

Os sacrifícios diários do Antigo Concerto não foram eficazes para a salvação dos pecadores. O sacrifício de Cristo, oferecido uma só vez, garante-nos a certeza da eterna salvação, pela em seu nome. Hoje, vamos estudar sobre o Sistema de sacrifícios judaico.

Texto Bíblico Levítico 1.1-3; 2.1-3; 3.1,2; 7.1,2; 1 João 2.1,2

O sistema de Sacrifícios

Um dos assuntos mais complicados de entender da bíblia é sobre as ofertas e sacrifícios, nesse conteúdo você entendera os tipos de ofertas e sacrifícios a bíblia ensina, o povo de Israel por muito tempo, até 70 d.C ainda faziam sacrifícios, atualmente aqueles que servem a Jesus não precisam mais desse ritual. Vamos analisar os tipos de sacrifícios e ofertas.

O que era o Holocausto (Levítico 1.3-7)

A palavra holocausto vem do termo hebraico “hle” – `olah, e tem como significado “queimado que sobe”.

No dizer de Shedd: O termo original “olah” de significado ‘aquilo que sobre’, tanto podia referir-se à oferta que subia ao Senhor, como ao ‘cheiro suave’ (Lv 1.17), ou ainda ao animal inteiro, e não apenas parte dele, que era oferecido, ou erguido sobre o altar.

Embora não seja o mais importante, é no entanto este sacrifício o que se menciona em primeiro lugar, talvez por ser o mais grandioso” (2).

1 – SACRIFÍCIO significa APROXIMAR-SE (Korban)

Essas ofertas são para se aproximar de Deus. Antes de começar falar sobre as ofertas, vamos entender um pouco sobre o HOLOCAUSTO BÍBLICO. Uma pequena descrição do holocausto, segue abaixo.

2 – O que era o sacrifício na Bíblia

O holocausto era o lugar onde ofereciam sacrifícios a Deus, exigia-se que o animal fosse doméstico, macho sem defeito (no lugar de um animal selvagem que custaria pouco ao ofertante).

Em geral, eles ofereciam carneiro, touros e bodes, mas aqueles que não tinham muito dinheiro na época, ofertavam pombos rolinhas (Veja Lucas 2:22-24; 2 Coríntios 8.9).

O legal que cada ofertante se identificava de certa forma com sua oferta, pois ela iria substitui-lo (Lv 1.4). Uma característica muito importante é – o animal deveria ser queimado por inteiro pelo fogo, isso representava a santidade de Deus ao lidar com pecado.

3 – Algumas perguntas relacionada ao holocausto

Para que servia o holocausto – Oferecer sacrifícios a Deus, esses sacrifícios aproximava o povo de Deus;
Quem oferecia oferta no holocausto – Em geral era os sacerdotes e sumos sacerdotes.

A Oferta Queimada (OLAB)

Essa oferta parece ter sido um meio de consagração e dedicação do ofertante a Deus. Tal consagração não pode ter lugar sem um reconhecimento que o adorador é imperfeito para tal dedicação, isso demonstra humildade.

Portanto, deve ser feita confissão e removido o pecado pela imposição de mãos para identificar-se com o animal sacrificado. O sangue do animal era aspergido sobre o altar.

Em termos humanos, Deus se agradava de tais atos de sacrifícios (Lv 1.3-17; 6.9-13). Essa era a oferta queimada na bíblia.

1 – Perguntas relacionadas a oferta queimada:
O que era as ofertas queimadas – eram os animais queimados por completo;
Como eram as ofertas queimadas – geralmente, animais macho ou fêmea, sem manchas.

A Oferta de Manjares (MINBA) – ou Cereais (Lv 2.1-16)

(hxnm Nbrq – qorban minchah) – A oferta de manjares era oferecida a Deus como uma “refeição“. Uma parte de cada oferta pertencia aos sacerdotes, diferente néh?

Essa oferta tinha como simbolismo A GRATIDÃO a Deus, pois Ele sempre supria as necessidades e sustentava suas vidas.

Uma das característica desse tipo de oferta, é que o ofertante oferecia a Deus sua vida e seus dons. Outra pergunta que se faz, como eram as ofertas manjares – Vários ingredientes eram usados, em baixo eu listo alguns.

1 – Alguns ingredientes eram usados para montar essa oferta, são eles:

Flor da farinha – que representava perfeição;

Incenso aromático – que representava a fragrância da vida;

A ausência do fermento, simbolizava o pecado (Mt 16.6-23);

Sal – representava o poder para preservar e purificar.

O Sacrifício Pacífico ou Oferta de Paz (SHLAMIM) (Lv 3.1-17)

No sistema de sacrifícios judaico, a oferta pacífica era uma oferta de comunhão. Era a oferta de um animal, lembrando que tinha que ser voluntário, uma das coisas importante nessa oferta, era o sangue. O animal sacrifício em geral era – bode ou cordeiro, macho ou fêmea.

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OBS: Essa era a única oferta que o OFERTANTE também poderia comer. Eles compartilhavam as refeições com os sacerdotes, as vezes com outras pessoas que também estavam ofertando, tipo um piquenique.

Outra característica importante desse tipo de oferta, que o ofertante era PROIBIDO DE PEDIR, petições não eram permitidos. Esse tipo de oferta é caracterizado por três partes ou categoria: Ação de graças, Voto e Oferenda movida diante do altar.

1 – Ação de graças

Ofertante oferecia bolos e coscorões ázimos amassados com azeite, os bolos, feito de flor de farinha, tinham de ser fritos (Lv 7.12-15).

A carne que acompanhava o sacrifício pacífico, devia ser consumida no mesmo dia (Lv 7.15). Os produtos trazidos a Deus vinham acompanhado de sacrifícios de louvores.

2 – Voto

Em momentos de angústia, o povo de Israel faziam votos com Senhor, prometendo ofertas pacíficas, como: Jacó (Gn 28.20) e Ana (1 Sm 1.11). Nesse caso, a comida poderia ser comida no mesmo dia ou no dia seguinte.

3 – Oferenda movida diante do altar

Na última etapa, o adorador entregava a oferta pacífica ao sacerdote, segundo o manual levítico, aspergia o sangue do sacrifício sobre o altar.

Em seguida, queimavam a gordura do animal (Lv 7.30). O peito do animal era entregue a Arão e a seus Filhos, a última parte do sacrifício, o sacerdote movia a parte mais excelente da oferenda perante o altar – o peito e a coxa direita – que FICAVA COM SACERDOTE.

Uma simbologia é feita com Cristo, ele nos mantém em comunhão direta com Deus, e ELE É A NOSSA PAZ – Ef 2.14 e faz paz pelo sangue da sua cruz – Cl 1.20.

O Sacrifício pela culpa (ASHAM) e a Oferta pelo pecado (CHATÁ) (Lv 4.1-13.)

1 – Esse tipo de oferta é chamado em alguns lugares como – “oferta pela culpa“, outras vezes, pecado por ignorância, era obrigatório. Um dos propósitos era a expiação de pecados quando a restituição fosse impossível.

2 – Uma característica dessa oferta é – Só podia fazer essa oferta quando o ofertante não tinha pecado “deliberadamente”, mas por ignorância ou negligência. Ou quando a pessoa era contaminada (Lv 5.2,3).
– Exemplos: Mulheres que davam a luz ou o doente de lepra (Lv 12; 14.1-32; Mc 1.44; Lc 2.22).

3 – Como era o sacrifício por culpa ou pecado – Dependendo do tamanho do “pecado”, o ofensor determinava o tamanho (valor) da oferta. Quando o sacerdote pecava, a oferta era maior (V.3) e quando era também pecado da congregação, a oferta também era maior (v.13).

Quando era feito uma oferta pelo pecado, o sangue era aspergido no tabernáculo na frente do véu, colocado nos chifres do altar e derramado na sua base para representar a ocultação do pecado. Essa oferta era ofertada para fora do arraial, isso lembra Jesus que foi oferta para fora do Arraial.

4 – O que era o sacrifício pelos pecados de culpa (LV 5.14-6.7)

Esse tipo de oferta era bem interessante também, eles ofereciam animais ou aves, seja o pecado intencionais ou não, e caso necessário, o ofensor podia fazer restituição.

Como eram os sacrifícios pelos pecados – Primeira coisa era o pecador reconhecer o seu erro e depois ele tinha que pagar sua dívida com a pessoa que ele ofendeu. Ele pagava o ofendido com acréscimo de um quinto.

Uma vez feito o pagamento, a divida ficava quitada e o ofertante recebia o pleno perdão. Um paralelo que se faz, é que Cristo e a nossa oferta pelo pecado (Is 53.10).

Os 11 tipos de Ofertas na Bíblia

A palavra de Deus menciona vários tipos de ofertas na bíblia, claro que algumas ficaram mais conhecidas que as outras, mas existem várias, segundo um tratado do Talmud, são em média 18, vou listar aqui pelo menos 11. Veja abaixo os tipos de ofertas na bíblia:

Vejamos:
1 – Oferta de manjares – conceder, presente, repartir, oferta para Deus de cereais – Gn 4.3; Lv 2.1-16; 6.14-23;

2 – Oferta alçada de cereal (contribuição) 2 Cr 31.3; Ed 8.25; Ez 45.16 – Para erguer dinheiro (Ex 25.2), tornar mais conhecido alguma coisa;

3 – Oferta de consagração – Presentear com a ideia de garantia, entrega e consagração (Ex 28.38);

4 – Oferta queimada (holocausto) – Oferta feito com fogo (Ex 29.18). O animal era totalmente queimado e sacrificado;

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5 – Oferta Movida – Pecado que era removido e atirado para longe, direto da mão de Deus (Ex 29.26);

6 – Oferta voluntaria – Sem pressão ou necessidade de algo, simplesmente voluntaria a Deus (Ex 35.29);

7 – Oferta pela culpa – Para limpar da culpa do pecado (Ex 29.36);

8 – Oferta de libação – Algo derramado, moldando um novo ser (Ex 29.41), esse tipo de oferta derramava-se o vinho (Lv 23.13);

9 – Oferta de perfume agradável – Deus se alegrou com cheiro suave e trouxe calma (Ex 29.41);

10 – Oferta das primícias – Primeiros frutos da colheita (Lv 2.14);

11 – Oferta pelo pecado – Era para cobrir, purificar, fazer expiação – reconciliar o homem a Deus (Lv 5.10).

Como vimos nesse conteúdo, nos tempos bíblicos existiam vários tipos de sacrifícios e ofertas, para cada tipo de pecado. Um tipo de oferta como sacrifícios, vimos também que apenas uma pessoa podia intermediar esses sacrifícios que eram os cohen (sacerdotes).

Mas devido a vinda de Jesus a terra, esses sacrifícios não são mais necessários, hoje todos que aceitam o Salvador Jesus Cristo, tem o direito de oferecer a Deus sacrifícios e ofertas sem um intermediador humano.
https://estudodedeus.com.br/os-tipos-de-ofertas-na-biblia-e-como-eram-os-sacrificios/.

O Sacrifício de Cristo

Foi um sacrifício perfeito

1. Santificados pela oblação do corpo de Cristo (v.10).

Oblações eram ofertas incruentas (sem sangue), inanimadas, oferecidas a Deus tais como: vinho, azeite, flor de farinha, etc.

Se de um lado, Cristo ofereceu seu próprio sangue como holocausto em nosso favor, por outro, Ele foi aceito como oferta de cheiro suave a Deus, “feita uma vez”, de modo que, em Cristo, somos aceitos por Deus.

2. Sacrifício único (vv.11-14).

O escritor lembra que os sacerdotes, no Velho Pacto, diariamente ofereciam sacrifícios que não podiam tirar pecados. E acentua que Cristo ofereceu “um único sacrifício pelos pecados”, demonstrando a eficácia do seu auto oferecimento a Deus pelos pecadores.

Acrescenta que Cristo está “assentado para sempre à destra de Deus” “…esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés”.

3. Sacrifício que aperfeiçoa.

Diferente dos sacrifícios do Antigo Pacto, que apenas cobriam temporariamente o pecado, mas não transformava o pecador, o sacrifício de Cristo constituiu-se “numa só oblação”, que “aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (v.13; ver v.10).

Aqui temos algo que a lei não podia fazer: santificar as pessoas. Com o advento da graça, somos santificados pela Palavra (Jo 17.17), pela fé em Cristo (At 26.18) e pelo sangue de Jesus (1 Pe 1.2).

O sangue dos touros (Hb 10.4).

O sangue de animais era apenas uma provisão ou expiação temporária pelos pecados do povo; em última análise, era necessário um homem para servir como substituto da humanidade.

Por isso, Cristo veio à terra e nasceu como homem a fim de que pudesse oferecer-se a si mesmo em nosso lugar (2.9,14).

Além disso, somente um homem isento de pecado poderia tomar sobre si nosso castigo pelo pecado (2.14-18; 4.15) e, assim, de modo suficiente e perfeito, satisfazer as exigências da santidade de Deus (cf. Rm 3.25,26). Aperfeiçoou para sempre os… santificados (Hb 10.14).

A oferenda única de Cristo na cruz e seu resultado (i.e., a salvação perfeita) são eternamente eficazes todos quantos estão santificados ao se chegarem a Deus por meio de Cristo (v.22; 7.25.

Note que a palavra no grego ‘santificar’, aqui e no versículo 10, são particípios presentes que enfatizam a ação contínua no tempo presente. Quando vedes que se vai aproximando aquele dia (Hb 10.25).

O dia da volta de Cristo para buscar os seus fiéis está se aproximando. Até chegar esse dia, enfrentaremos muitas provações espirituais e muitas falsificações na doutrina.

Devemos congregar-nos regularmente para encorajarmos mutuamente e nos firmarmos em Cristo e na fé apostólica do novo concerto.” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, págs. 1914, 1915).

Argumento Teológico

“O próprio cerne da relação do concerto — comunhão entre o Senhor e o seu povo — e o meio da sua realização inicial de Levítico, onde, com respeito aos holocaustos, o Senhor diz: ‘À porta da tenda da congregação [a oferta] trará, para que o homem seja aceito perante o SENHOR’? (Lv 1.3, ARA).

[…] O fato de o concerto entre o Senhor e Israel ter sido modelado segundo os pactos do antigo Oriente Próximo em forma e função, permite-nos entender com clareza incomum, a miríade de detalhes relacionados ao culto no Pentateuco.

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Os sacrifícios e as ofertas tinham o objetivo de demonstrar a subserviência de Israel, expiar as ofensas contra o Soberano, o Senhor, e refletir a harmonia e a índole pacífica da relação estabelecida ou restabelecida.

O holocausto e a oferta de manjares (Lv 1-2) serviam para identificar o ofertante como servo do rei, servo que não ousava chegar diante dele de mãos vazias.

As ofertas pelo pecado e pela culpa (Lv 4-5) serviam para restabelecer uma relação que fora rompida por causa da desobediência do servo. Elas eram a sua recompensa a um senhor ofendido.

As ofertas pacíficas (ou de comunhão, Lv 3) constituíam expressão da ação de graças pelo vassalo a um estado de comunhão que atualmente existia. Eram testemunhos voluntários e não-obrigatórios de um coração cheio de graças e louvor pela bondade do Senhor” (ZECK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.71,72).

Privilégios e responsabilidades do Crente em Jesus

1. Entrar no santuário de Deus (v.19).

No Antigo Pacto, as pessoas comuns do povo não podiam adentrar no santuário propriamente dito. Só chegavam até ao pátio, que era a parte exterior do tabernáculo.

Em Cristo, no entanto, homens e mulheres salvos são “sacerdotes reais” (1 Pe 2.9), e têm “ousadia para entrar no Santuário pelo sangue de Jesus”. Este é um privilégio que só os fiéis lavados e remidos pelo sangue de Cristo podem ter. Tais crentes não precisam de medianeiros, guias, orixás ou gurus. Jesus é “o único mediador entre Deus e o homem” (1 Tm 2.5).

2. Como chegar a Deus (vv.22-25).

Não se pode chegar a Deus de qualquer maneira. O escritor, em sua incisiva exortação, nos mostra os cuidados que devemos ter para chegarmos à presença de Deus:

a) “Com verdadeiro coração”.

Só podemos ter acesso ao Pai e ser aceitos por Ele se tivermos um coração sincero, limpo e puro (Mt 5.8).

b) “Em inteireza de fé”.

O crente, ao buscar a presença de Deus, não pode ter dúvida alguma de sua existência, do seu poder e de sua graça.

c) “Tendo o coração purificado da má consciência”.

Para Deus não valem as aparências. Ele vê o interior do homem. O salmista disse que Deus nos sonda e entende o nosso pensamento (Sl 139.1,2). Se dermos lugar à iniquidade, Ele não nos ouvirá (Sl 65.18).

d) “O corpo lavado com água limpa”.

Certamente, o texto bíblico aqui refere-se à purificação do crente pela Palavra, como se lê em Ef 5.26: “purificando-a com a lavagem da água, pela Palavra”, isto em relação à Igreja.

e) Retendo firmes a confissão da esperança.

Em Hb 3.6 somos exortados a “conservar firme a confiança e a glória da esperança até ao fim”. A confissão da esperança indica a nossa fé nas gloriosas e infalíveis promessas de Deus, “porque fiel é o que prometeu”.

f) Considerando uns aos outros, estimulando-nos “à caridade e às boas obras”.

O bom relacionamento entre os crentes é condição importante para o acesso a Deus. A caridade (amor em ação) é a marca do cristão. Boas obras são dever do salvo (Ef 2.10).

g) “Não deixando a nossa congregação”.

Aqui não se refere ao sentido físico: deixar a igreja local para ir congregar-se em outro bairro; mas sim, que não devemos deixar de congregar-nos, de nos reunirmos, tendo em vista a necessidade da comunhão coletiva. Somos membros uns dos outros (Rm 12.5). É equivocada e carnal a ideia de que alguém pode ser “crente em casa”, a menos que esteja doente.

h) “Admoestando-nos uns aos outros”.

Admoestar, aqui, tem no original o sentido de animar, encorajar. Essa prática, quando realizada com amor, tem grande efeito no fortalecimento e encorajamento espiritual da comunidade cristã.

Lições Bíblicas CPAD – Jovens e Adultos – 3º Trimestre de 2001 – Título: Hebreus — “… os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes” – Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima – Lição 10: A eficácia do sacrifício de Cristo – Data: 2 de Setembro de 2001.

Conclusão

Diante do que estudamos nesta lição, cremos que não há lugar para qualquer dúvida quanto à superioridade do Novo Concerto, baseado no perfeito e único sacrifício de Cristo em relação ao antigo, realizado na base de sacrifícios de animais, que apenas cobriam provisoriamente os pecados do povo.

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