Estevão – um mártir avivado

Estevão - um mártir avidado

Estevão – um Mártir Avidado

O assunto desta lição é o martírio de Estêvão, um avivado herói da . Como um dos sete homens que integraram o primeiro corpo de diáconos da igreja antiga, Estêvão era “cheio de fé e de poder”, “fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At 6.8). Devido à sua atuação como autêntico evangelista, na unção do Espírito Santo, causou inveja aos adversários do Evangelho. O livro de Atos revela o martírio de Estêvão por causa de sua perseverança ao Evangelho. Nesse sentido, veremos que ele foi um servo fiel até à morte e receberá a coroa da vida (Ap 2.10).

Texto Bíblico (Atos 6.8-10; 7.54-60).

Relato histórico do Avivamento na Igreja

1 – Igreja de Jesus nasceu, cresceu e desenvolveu-se debaixo de perseguições das mais diversas.

Todos os sistemas religiosos, institucionais e políticos foram usados para destruí-la desde o seu nascedouro. Quando Jesus nasceu, o Diabo procurou eliminá-lo ainda na sua infância. Herodes, o famigerado rei, representando o Império Romano, ao saber pelos magos que nascera “o Rei dos judeus”, sentiu-se ameaçado e procurou eliminar o menino Jesus, mas Deus livrou-o das mãos do sanguinário monarca. Ao longo do ministério de Jesus, a perseguição sempre se fez presente. De uma forma ou de outra, os líderes do judaísmo, sentindo-se ameaçados no seu prestígio e por inveja, procuraram ocasião para matá-lo. Por fim, traído por Judas Iscariotes, Jesus foi entregue nas mãos dos que queriam a sua morte. Ele foi preso, julgado injustamente e levado ao patíbulo da Cruz, só que a alegria dos inimigos de Cristo durou pouco. Três dias depois de sepultado, conforme Ele próprio dissera, ressuscitou, glorioso e triunfante, vencedor da morte, do Diabo, do pecado, do mundo e de todos os poderes das trevas.

2 – Cumprida a sua missão divina, Jesus voltou ao seu lugar, à destra de Deus, nos céus.

Se não fosse o avivamento, resultante do Pentecostes, como dissemos noutro texto, a Igreja não teria sobrevivido. Seria apenas uma lembrança de uma religião que teria fracassado. Desde que Jesus subiu aos céus, a sua Igreja passou a sofrer perseguição. As “portas do inferno” valeram-se da religião para perseguir os seguidores do Nazareno. O judaísmo levantou as suas forças contra os primeiros cristãos. Após a descida do Espírito Santo (At 2), a perseguição teve início quando Pedro e João, usados por Deus, no nome de Jesus, curaram um coxo de nascença que ficava “à porta do templo, chamada Formosa” (At 3.2). Não demorou muito quando, diante do povo já atônito por conta do milagre operado diante do santuário judaico, adentraram ao recinto os sacerdotes com o apoio do capitão do Templo e dos saduceus, que lançaram os apóstolos na prisão sem acusação formal ou mandado judicial (At 4.3). Como resultado: “Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil” (At 4.4).

3 – O crescimento rápido da igreja impressionou os poderosos do judaísmo.

– Eram doze os que andavam com Jesus; no Pentecostes, no Cenáculo, reuniram-se cento e vinte; com a pregação de Pedro, mais de três mil converteram-se a Cristo. Depois da cura do coxo, foi grande o alvoroço entre os inimigos do evangelho de Cristo. Os apóstolos foram presos, libertos, e o número dos cristãos chegou “a quase cinco mil” (4.4). A igreja continuou crescendo de maneira impressionante. E a perseguição intensificava-se: “E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé” (6.7). O crescimento não se dava apenas entre as pessoas de classe pobre e sem cultura, mas até entre os sacerdotes judaicos. Isso incomodava e revoltava a liderança religiosa e política da época.

4 – O diácono Estêvão foi usado por Deus de forma poderosa; pelo seu ministério, o Senhor Deus “fazia prodígios e grandes sinais” (6.8).

–  Na visão dos inimigos de Cristo, a sua obra precisava ser detida. A igreja não deveria continuar crescendo, mas Deus não pode ser impedido por ninguém. Está escrito: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13). Neste capítulo, meditemos sobre o papel de Estêvão, a sua prisão e o seu discurso eloquente, cheio da unção de Deus e, por fim, a sua morte, glorificando a Cristo. Renovato. Elinaldo,. Aviva a Tua Obra. O chamado das Escrituras ao quebrantamento e ao poder de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023.

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OBS: Antes e Depois de Estêvão – Antes de Deus levantar Estêvão como pregador e apologista do evangelho, a Igreja estava confinada a Jerusalém, apesar de a ordem de Jesus para os apóstolos ter sido: “recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8). Contudo, após o aparecimento e — especialmente — o desaparecimento de Estêvão, o evangelho passou a ser propagado por toda parte (8.1-4). Estêvão, aliás, foi o primeiro não apóstolo a realizar milagres publicamente, visto que, até então, somente os apóstolos haviam sido usados por Deus para fazer maravilhas e sinais (cf. At 2.43; 3.4-8; 5.12). É bem possível que ele já tivesse realizado prodígios no meio do povo e que isso tenha sido uma das razões pelas quais ele foi eleito. No pensamento dos apóstolos, com a eleição dos servidores da mesa, o ministério da Palavra ficaria reservado exclusivamente a eles. Deus, no entanto, quis que o diácono Estêvão proclamasse a Palavra de modo mais destacado que eles, a ponto de dar testemunho com a sua própria vida! “Na verdade, Estêvão, que não deveria estar pregando de maneira alguma, fez o mais longo sermão de todo o livro de Atos!” (GONZÁLEZ, 2011, p. 120). Os maiores sermões em Atos, diga-se de passagem, foram o de Estêvão perante o Sinédrio (At 7.2-60) e o de Paulo numa sinagoga em sua primeira viagem missionária (13.16-41). Ao lermos o quinto livro do Novo Testamento, a impressão que fica é que esse diácono-apologista foi o precursor de Paulo. “Parece que Estêvão foi o primeiro membro da igreja a ter a visão do evangelho para o mundo inteiro, e esse ideal levou-o ao martírio” (HURLBUT, p. 28). Todavia, foi o apóstolo Paulo, outrora perseguidor dos cristãos, quem realizou essa importante obra. Zibordi., Ciro Sanches,. Estevão O Primeiro Apologista do Evangelho. Editora CPAD. 1 Ed. 2018.

Qualidades que fizeram o Diácono Estevão avidado

Se existe uma palavra que caracteriza a vida de Estêvão é cheio. Ele era um homem cheio de Deus. Sua vida não era apenas irrepreensível, mas também plena. Destacamos aqui alguns aspectos dessa plenitude.

1 – Estêvão era cheio do Espírito Santo (6.3,5). Todo homem está cheio de alguma coisa. Está cheio do Espírito ou de si mesmo. Está cheio de Deus ou de pecado.

2 – Estêvão era cheio de fé (6.5). Estêvão fora salvo pela fé, vivia pela fé, vencia o mundo pela fé e era cheio de fé.

3 – Estêvão era cheio de sabedoria (6.3). Sabedoria é mais do que conhecimento; é o uso correto do conhecimento. E olhar para a vida com os olhos de Deus.

4 – Estêvão era cheio de graça (6.8). Havia em Estêvão abundante graça. Sua vida era uma fonte de bênção. Seu coração era generoso, suas mãos eram dadivosas, e sua vida, um vaso transbordante de graça. Estêvão era um homem cheio de doçura.

5 – Estêvão era cheio de poder (6.8). Estêvão era um homem revestido com o poder de Deus para fazer milagres e muitos sinais entre o povo. Ele falava e fazia; pregava e demonstrava. Suas palavras eram irresistíveis, e suas obras, irrefutáveis. Até o momento, Lucas creditara prodígios e sinais apenas a Jesus (2.22) e aos apóstolos (2.43; 5.12); agora, pela primeira vez, diz que outros os realizam (6.8; 8.6).196 Adolf Pohl declara que graça e poder formam uma unidade. De nada adianta graça impotente, e poder sem graça é terrível. Porém, por ser cheio de graça e de poder, Estêvão fez grandes prodígios e sinais entre o povo. LOPES. Hernandes Dias. Atos. A ação do Espírito Santo na vida da igreja. Editora Hagnos. pag. 142-143.

A oposição à Igreja nos dias de Estevão

Os inimigos da igreja sempre usam meios escusos e desonestos, com maldade, covardia e ódio contra a fé cristã. Em debate com Estêvão, eles “não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava”. Não tendo argumentos teológicos, filosóficos, teóricos ou lógicos, ou mesmo fundamentados na Lei de Moisés, os adversários da igreja usaram métodos vergonhosos contra o servo de Deus, como o suborno, ou a propina para aliciar homens ímpios e acusarem-no com mentiras; usaram de violência contra ele, excitando o povo, os anciãos e os escribas, que eram a liderança religiosa da cidade, e arrebataram-no, levaram-no à força e conduziram-no ao conselho, que era o Sinédrio, uma espécie de tribunal religioso, legislativo e judicial, que ficava em Jerusalém.

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Era um julgamento absurdo, onde o acusado não tinha direito de apresentar testemunhas ou advogado de defesa, mas aos acusadores levaram “falsas testemunhas” que o acusaram de blasfemar “contra Moisés e contra Deus” (6.9-14). Algo surpreendeu os acusadores ímpios: “Então, todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo” (6.15). Renovato. Elinaldo,. Aviva a Tua Obra. O chamado das Escrituras ao quebrantamento e ao poder de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023.

O “pecado” de Estevão

1 – Fazia parte do dia a dia de Estêvão debater com os rabinos em cada sinagoga.

– Perante estes, sua argumentação era irrefutável e irritante, pois seguia o exemplo de seu Mestre. Esse apologista não pregava nem defendia a Lei de Moisés, e sim confrontava os judeus de diferentes nações, apresentando-lhes o evangelho, a mensagem de salvação em Cristo.

2 – Estêvão não apresentaria a sua pregação apologética apenas diante dos membros oficiais do Sinédrio.

Centenas de outros defensores ferrenhos do judaísmo, homens que odiavam o Caminho e seu principal defensor, estariam acompanhando esse tão esperado momento. Um deles era o jovem fariseu Saulo, que se acotovelava entre fariseus, ao lado de saduceus, sacerdotes, escribas e uma grande multidão atenta ao que o corajoso diácono tinha para falar. Pedro e João passaram por situação semelhante à de Estêvão e não foram apedrejados. Perante o Sinédrio, mesmo ameaçados reiteradamente, eles disseram e reafirmaram que Jesus “é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina” (At 4.11). Entretanto, embora não tivessem negado a sua fé, eles não eram apologistas como Estêvão.

3 – Pelo que se infere da leitura de Atos 6.8-15, o diácono-apologista era um hábil debatedor, inflexível quanto ao que defendia.

Ele não apenas dizia o que pensava, como também provava bíblica, histórica e filosoficamente que estava certo. Essa conduta irritava extremamente os mestres do judaísmo, que, até então, estavam acostumados com o modus operandi dos apóstolos. Mesmo não sendo hábeis debatedores como Estêvão, os apóstolos deram motivo para ser perseguidos, pois mantiveram firmemente sua posição ante o Sinédrio em momentos diferentes. Deus, no entanto, não permitiu que eles fossem condenados à morte. Numa dessas ocasiões, os membros do Conselho temeram o povo – (At 4.15-17). Noutra, o mestre Gamaliel, “venerado por todo o povo”, interveio em favor dos apóstolos (5.34-42). Agora, o momento era outro, pois os inimigos de Estêvão “excitaram o povo” (At 6.12), e a complacência do velho Gamaliel não seria suficiente para livrar do apedrejamento um jovem tão ousado e intransigente. Eis aí o grande “pecado” do protomártir da Igreja e de todos os apologistas vocacionados: ainda que sejam respeitosos, polidos, dizem toda a verdade e “disputam” com aqueles que se opõem a eles.

4 – Lucas afirma que “o arrebataram e o levaram ao conselho” (At 6.12).

– Isso significa que Estêvão não teve tempo de preparar-se especificamente para apresentar sua defesa. Ele foi pego “no laço”, o que nos ensina que devemos estar sempre prontos para pregar o evangelho e defender a nossa fé (2 Tm 2.15; 1 Pe 3.15).  Estêvão, então, foi posto pelos revoltosos diante do Sinédrio, já reunido no Templo por alguma razão, e “todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo” (At 6.15). Ele tinha de responder a duas acusações de blasfêmia: uma contra o próprio Templo (suposta afirmação de que Jesus iria destruí-lo); e outra contra a Lei (pretensa declaração de que o Senhor destruiria o legado de Moisés). Zibordi., Ciro Sanches,. Estevão O Primeiro Apologista do Evangelho. Editora CPAD. 1 Ed. 2018.

OBS: ARGUMENTO BÍBLICO – Estêvão apresentou ampla evidência para ressaltar sua denúncia profética dos líderes da nação. No clímax do discurso, ele tocou os ouvintes numa ferida aberta. Em consequência, suas palavras proféticas provocam grande raiva no Sinédrio. Eles foram retratados como pertencentes a uma nação de idólatras e são acusados de serem culpados de crucificar o Messias. As acusações contra eles foram apoiadas por várias Escrituras. Uma explosão de ira irrompe contra Estêvão, e eles rangem os dentes contra ele. Ele apresentou uma grande defesa; mas ainda que o Sinédrio o condene, eles não podem resistir à sabedoria e ao Espírito nos quais Estêvão fala. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Editora CPAD. 4 Ed 2006. pag. 665.

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A Morte de Estevão

1 – Para enfrentar a morte sem desesperar, Estêvão mostrou que era um servo de Deus, que tinha íntima comunhão com o Senhor.

Antes de ele ser apedrejado, teve uma visão da glória de Deus e viu Jesus ao lado do Pai num momento especial, num êxtase espiritual tão grande que a morte não lhe intimidou. E ele proclamou com graça e paz: Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus. (At 7.55) Estêvão só pôde enfrentar as terríveis acusações contra ele, porque era um servo de Deus que orava, certamente jejuava e, depois do Pentecostes, não se limitou a falar línguas estranhas — como acontece com muitos crentes batizados no Espírito Santo. Ele buscou e tornou-se um homem de Deus “cheio do Espírito Santo”.

2 – Antes do Pentecostes, os discípulos já eram salvos e tinham o Espírito Santo com eles, habitando neles (Jo 14.17).

Porém, uma vez batizados no Espírito Santo, eles receberam um revestimento de poder que jamais conhecera. No seu discurso, diante do Sinédrio, demonstrou ter esse poder na sua vida. Jesus já tinha prometido aos seus discípulos que eles haveriam de receber poder ao descer sobre eles o Espírito Santo, e Estêvão também experimentou esse novo estado de relacionamento com Deus. Em nenhum momento, ele demonstrou fraqueza espiritual, emocional ou psicológica diante dos desafios, dificuldades, oposições e afrontas violentas contra a sua pessoa. Ele manteve-se de pé, com altruísmo e coragem. Ser cheio do Espírito Santo faz toda a diferença na vida dos servos e servas de Deus. Jesus assegurou: “Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito da verdade, que procede do Pai, testificará de mim” (Jo 15.26).

3 – O apóstolo Paulo, escrevendo aos Efésios, exortou-lhes que fossem cheios do Espírito:

E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus. (Ef 5.18-21). Nesse texto, vemos que o crente cheio do Espírito Santo não apenas fala línguas, como também foge de vícios, de contendas e passa a adorar a Deus com novos cânticos espirituais, de coração, e sempre agradece a Ele por tudo “em nome do Senhor Jesus”.

OBS: ARGUMENTO BÍBLICO-HISTÓRICO: Entre as testemunhas da morte de Estêvão está “um jovem chamado Saulo” (v. 58). Quando aqueles que arremetem as pedras tiram as roupas exteriores a fim de terem mais liberdade para atirar as pedras, eles colocam as roupas aos pés de Saulo. Aqui em Atos, Saulo é identificado pela primeira vez por nome, embora ele possa ter estado entre os judeus em Jerusalém referidos pela província da Cilícia (At 6.9). Saulo está entre os oponentes de Estêvão, e o discurso de Estêvão pode tê-lo incitado a tomar parte no assassinato. A morte de Estêvão deixou profunda e duradoura impressão no jovem Saulo. Anos mais tarde, ele lembra disso com tristeza (At 22.20). Depois, Saulo fica amigo dos cristãos quando é milagrosamente transformado pela graça de Deus, tornando- se na principal personagem missionária da igreja.

CONCLUSÃO

O grande exemplo de Estêvão é  importante para os dias atuais quando, em igrejas evangélicas, o louvor gospel exalta o cantor, a banda ou outro grupo musical. O momento de louvor torna-se um show de técnica e exibição de talentos humanos. Um crente espiritualmente avivado não cultiva a vingança nem o ódio no coração. Ele está pronto a perdoar seus algozes.

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