Orando, Contribuindo e Fazendo Missões

Orando, contribuindo e fazendo missões

Orando, Contribuindo e Fazendo Missões

INTRODUÇÃO

Através de Cristo e sob o poder do Espírito Santo, somos impulsionados e capacitados a interceder uns pelos outros. A igreja de Cristo tem a função de interceder por todos os homens na terra, função esta, que se torna um privilégio ímpar entre as instituições terrenas.

TEXTO BÍBLICO (Efésios 6.18-20)

V, 18 – orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos

V, 19 – e por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,

V, 20 – pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar.

II – A URGÊNCIA DA OBRA MISSIONÁRIA

– Segundo o saudoso Pastor Antônio Gilberto:

  1. O crescimento da igreja primitiva. “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. “E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais” (At 2.47b; 5.14). Depois da plena evangelização de Jerusalém (At 5.28), o Senhor permitiu uma perseguição e dispersão dos crentes, que levaram as boas novas a Samaria, Judéia e outras regiões daquele país (At 8.1-5; 9.31; 11.19-24). Não demorou muito para que o mundo conhecido ouvisse o Evangelho, graças à ação do Espírito naqueles crentes fervorosos, cheios de graça e de poder (Rm 10.18; 15.19; Cl 1.6,23).
  2. O nosso desafio. O mundo de hoje conta com mais de seis bilhões de habitantes. Destes, cerca de dois bilhões nunca ouviram a mensagem de salvação! O número de evangélicos em todo o mundo não chega a um bilhão, segundo os centros de informação missionária. Na igreja primitiva, todos evangelizavam incessantemente em toda parte, no poder do Espírito, com sinais e milagres (At 8.4,6,7). Precisamos em todo tempo estar revestidos do poder do alto, para dar continuidade a essa urgente obra, a fim de que, como eles, alvorocemos o mundo para Cristo (At 17.6).
  3. Uma tarefa primordial. Em 1 Coríntios 1.22,23, vemos a importância da Grande Comissão de Jesus Cristo. Enquanto uns (como os judeus) se preocupam com sinais, e outros (como os gregos), em buscar sabedoria, nosso objetivo deve ser a evangelização de todos, em todo o mundo. Temos hoje muitos pregadores eloqüentes nos templos; mas é o poder do Espírito que faz de nós ganhadores de almas, no mundo!

III – TRÊS AÇÕES PRÁTICAS DA OBRA MISSIONÁRIA

1ª Oração

Quando falamos de oração temos que combater a falsa idéia sobre intercessão que consiste em qualificá-la como alguma tarefa para aqueles que não podem fazer outra coisa. Aquele que não pode ir ao campo ou não pode contribuir, vai orar. A tarefa fica relegada como uma opção ou desvalorizada em sua função. Intercessão não é tarefa de alguns, ou apenas um cumprimento de um dever cristão, mas fruto de um coração que se identifica com o coração de Deus, sensibilizando-se com a sua compaixão pelos que sofrem e principalmente pelos que ignoram a graça divina.

Um coração que se afina com os propósitos de redenção para o mundo perdido. Refletiremos sobre a intercessão no episódio narrado em Números. ”Quando a congregação de Israel murmurou contra Moisés e Arão, a ira do Senhor se acendeu e este falou a Moisés dizendo: Levantai-vos do meio da congregação e a consumirei num momento; então se prostraram sobre seus rostos. E disse Moisés a Arão: Toma o teu incensário, põe nele fogo do altar, deita incenso sobre ele, porque grande indignação saiu da parte do Senhor e já começou a praga. Tomou Arão o incensário, correu ao meio da congregação fez expiação pelo povo, pôs-se em pé entre os mortos e os vivos e cessou a praga”. (Nm 16:41-48).

  1. A Posição de Intercessor – Moisés e Arão prostraram-se sobre seus rostos. Deus disse: Levantai, mas eles se prostraram sobre seus rostos. É a posição de Ana no templo: ”Venho derramando minha alma perante o Senhor” (I Sm 1:15). Jesus no Getsêmani prostrou-se sobre Seu rosto em submissão e reconhecimento da soberania divina.
  2. A Urgência da Intercessão – ”Vai depressa”, ”corre”. Cada momento de demora custaria mais vidas. Quão atrasados estamos na obra de Evangelização Mundial! Ainda temos 8.000 povos não alcançados, aproximadamente 1 bilhão de pessoas que ainda não ouviram as boas novas. Metade da população do mundo sem a graça salvadora “o Cinturão da resistência (janela 10/40) a todo vapor”. Isto não significa que muitos ”Arões” têm demorado a tomar o incensário com o fogo do altar e colocar-se diante de Deus a favor dos povos? Na verdade muitos povos estão sem intercessores. – ”Busquei dentre eles um homem que se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que não a destruísse, mas a ninguém achei” (Ez 22:30).
  3. O Preço da Intercessão – Em Êxodo 32:11-14, Moisés lembra a Deus que Israel é o Seu povo, segundo juramento que fez aos patriarcas e promessa feita à descendência: ”…então se arrependeu o Senhor do mal que dissera fazer ao povo”. O intercessor é aquele que traz a memória de Deus Seu juízo, Sua retidão, Suas promessas. Creio que, diante do pecado, da rebeldia e inconstância dos homens, os atributos divinos precisam ser lembrados para que Ele não faça juízo sem misericórdia. Prezado irmão, sejamos conscientes de que o incensário está em nossas mãos. Separemos um tempo diário para estar perante Deus a favor das nações e dos reinos com clamor vigilante.
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“Vós que fazeis lembrado o Senhor, não descanseis nem deis a Ele descanso até que restaure Jerusalém, o Brasil, e todos os povos da terra” (Is 62:6-7).

2ª Contribuição

– Algumas coisas poderemos encontrar nas páginas das Sagradas Escrituras, relacionadas a manutenção financeira. Sabe-se que os discípulos abandonaram seus respectivos trabalhos seculares enquanto estavam na escola de treinamento de Jesus. Mas também nos esclarece que algumas mulheres serviam a Jesus com os seus bens (Lc 8.3). O ministério do serviço das mulheres tiveram importante papel no início da igreja primitiva. O Mestre e seus discípulos necessitavam ser sustentados e, tal como o Pai havia enviado corvos, uma mulher viúva e pobre e um anjo a fim de alimentarem o profeta Elias, de igual modo agora, levantava mulheres para esta importante tarefa. É interessante observar que não foram escolhidos altos comerciantes, mas mulheres que tinham histórias comuns. O médico Lucas dá-nos os nomes de três delas, como para ressaltar seu diferentes “status” sociais:

  1. a) Maria Madalena (uma mulher pecadora que era portadora de uma casta de sete demônios, mas agora transformada);
  2. b) Joana, mulher de Cuza, intendente de Herodes, representante da alta camada social de seu tempo, e
  3. c) Susana, possivelmente uma dona de casa como qualquer outra. Além destas, agrega: “e muitas outras”.

– Paulo esperava que os irmãos em Roma o ajudassem financeiramente para que ele pudesse chegar à Espanha, isto é, à província romana de Hispania (Península Ibérica), considerada na época do apóstolo, como os confins da terra. Possivelmente, o pensamento de então era de que o Estreito de Gibraltar marcava o fim do Mar Mediterrâneo, portanto, o fim do mundo navegável.  Romanos capítulo 15 possui algumas expressões que nos faz pensar acerca da intenção final desta carta. A nota do versículo 23 na Bíblia Anotada diz-nos: “não havia mais oportunidades de pregar Cristo onde Ele fosse desconhecido. Por isso, Paulo se propôs ir à Espanha, parando em Roma em sua viagem (v.24)”. (Bíblia Anotada, pg. 1430). O versículo 24 nos fornece um apoio a esta idéia inicial: “… penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que de passagem estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia”. (RA, grifo nosso). O apóstolo utilizou a palavra grega propempõ (), acompanhar, e significa literalmente “enviar à frente” ou “ajudar alguém em viagem”, com os seguintes sentidos:

  • equipar esta pessoa das coisas necessárias para a viagem;
  • acompanhar esta pessoa em parte do caminho (1 Co 16. 6,11);
  • ajudar aos missionários e evangelistas caminhantes (2 Co 1.16; Tt 3.13 e 3 João 5-8).

– solicitação é feita pelo próprio Paulo (1 Co 16.6), por  Timóteo (1 Co 16.11); e por Zenas e Apolo (Tt 3.13). Em algumas ocasiões, a igreja em Filipos participou financeiramente nos empreendimentos missionários de Paulo (Fp 4.15,16).  Sem esta participação espontânea e voluntária desta e de outras igrejas, bem como dos irmãos, seria impossível a penetração e propagação do evangelho por todo o Império Romano.

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3º Envio

– Quando falamos em envio de missionários, somos confrontados com três perguntas essenciais: Quem envia? Quem são os enviados? Qual é o canal do envio?

  • Quem envia?
  1. A resposta bíblica é: Deus. Os seguintes textos comprovam que Ele é o autor tanto da chamada como do envio.
  2. “Agora, pois, vem e eu te enviarei a Faraó, para que tires do Egito o meu povo, os filhos de Israel” (Êx 3.10).
  3. “A quem enviarei, e quem irá por nós?” (Is 6.8).
  4. “Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar dirás” (Jr 1.7).
  5. “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos” (Mt 10.16).
  6. “Portanto, ide e fazei discípulos de todas os povos (…)” (Mt 28.19).
  7. “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós” (Jo 20.21).
  8. “(…) disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. (…) estes, pois, enviados pelo Espírito Santo (…)” (At 13.2-4).

– Com base nestes textos e em muitos outros da Bíblia, que falam sobre Deus chamando e enviando homens e mulheres para realizarem os seus planos, chegamos às seguintes conclusões.

  • Quem são enviados

– Antes de mais nada é importante saber que se você é crente deve ser um missionário. Você será um missionário aqui em Jerusalém ou em outras partes. A ordem foi dada para todos os crentes: “Ide por todo mundo e pregue o evangelho a toda criatura” Mc 16.15. No entanto o termo missionário no sentido organizacional é usado para nomear alguém que foi separado pela igreja com a responsabilidade de representar a mesma em lugares carentes do evangelho.

  • Canal de envio.

– O missionário além de ser chamado, deve receber um preparo, ou seja, passar por um estágio e ser aprovado. A igreja local deve ter uma equipe de treinamento, com o objetivo de selecionar, treinar e habilitar candidatos ao campo missionário, e estabelecer alvos e estratégias definidas. Ninguém melhor que a igreja local para reconhecer e identificar uma pessoa chamada para missões, até porque mediante a Bíblia o canal  que o Senhor utiliza para enviar missionários ao campo é a igreja e somente ela. Vejamos alguns textos que atentem esta afirmação:

  • A igreja separa (nomeia): “Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado”;
  • A igreja ora (consagra): “Então, depois que jejuaram, oraram e lhes impuseram as mãos”;
  • A igreja encomenda à graça de Deus (culto de envio): “E dali navegaram para Antioquia, donde tinha sido encomendados à graça de Deus para a obra que acabavam de cumprir” (At 14:26; 15.40);
  • A igreja despede (providencia os meios): “(…) os despediram”;
  • A igreja comunica (sustenta): “(…) Nenhuma igreja comunicou comigo no sentido de dar e de receber, senão vós somente” (Fl 4.15).

IV – A IMPORTÂNCIA DA CONTRIBUIÇÃO MISSIONÁRIA

1- Ao contribuir influencio pessoas a contribuir. V2, v5

– O poder de contribuir está ligado ao poder de influenciar, Paulo escreve para Acaia se gloriando porque os macedônios estão estimulados a contribuir com missões devido Acaia já estar se preparando para contribuir a um ano.

– Paulo nos ensina que é necessário nos preparar para contribuir com generosidade. V2

– Paulo nos ensina sobre a necessidade de contribuir com generosidade e não por avareza. V5

– O termo “avareza” no grego “pleonexia” traz a Idea de alguém que tem uma atitude egoísta e considera que tudo aquilo e exclusivo seu.

2- Quem contribui para missões é abençoado por Deus. V8, v10, v11

Quando contribuímos com missões Deus nos abençoa para que não venha falta nada e para que possamos semear cada vez mais.

– Paulo nos ensina que semearmos em missões é uma benção para a vida do cristão que pratica e se principalmente contribuir com generosidade.

– Paulo nos ensina que Deus nos abençoa para sermos abençoadores

– Paulo nos ensina que Deus nos da semente não somente para comermos, mas também para semear na vida de outras pessoas, pois quanto mais o cristão semear em missões, mais Deus vai o abençoar para continuar abençoando.

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3- Contribuir com missões glorifica a Deus? v12, v13, v14

– Paulo nos ensina que contribuir em missões e uma forma de adorar a Deus, pois promove a gratidão a Deus:

– Pelos que estão sendo assistidos (recebendo atenção sobre suas necessidades)

– Pelos Cristão que estão sendo obedientes e comprometidos em oferta por missões

– Pelos missionários que estão sendo mantidos e oram por todos os seus mantenedores (você).

– Não podemos tratar a oferta missionaria com avareza, precisamos contribuir sabendo que Deus vai agir derramando benção sobre 3 níveis, ao que necessita, ao que se dispõe a ir fazer missões, e ao que contribui com generosidade sabendo que está compartilhado aquilo que o senhor fez por ele. https://www.convemig.com.br/sermoes.php?p=o-poder-da-oferta-missionaria&c=3d0bfd43a5abc2107188f6b1abafd8cc

V – A FORÇA DA ORAÇÃO COLETIVA E INTERCESSÓRIA NA OBRA MISSIONÁRIA

Nínive. O Senhor havia determinado a destruição de Nínive. Seus habitantes, no entanto, decidiram arrepender-se e humilhar-se diante de Deus, como um só homem, apregoando um jejum que incluía até os animais, clamando a Deus por misericórdia e pela revogação da sentença destruidora que fora motivada por eles mesmos. Apesar dos protestos do profeta Jonas, tiveram sua petição atendida, e todo o povo foi salvo da destruição (Jn 3.5-10).

Israel. Quando Ester tomou conhecimento do terrível e destruidor edito real que decretava a morte de todos os judeus, ela e suas auxiliares decidiram orar e jejuar para que o Senhor preservasse a vida dos descendentes de Abraão e desse vitória sobre seus inimigos. Mais uma vez, Deus respondeu à oração (Et 4.15-17; 8.1-17).

Igreja Primitiva. A igreja começou em plena atmosfera de oração (At 2.42). Eles apresentavam seus pedidos a Deus de forma unânime. Quando Pedro foi preso, a igreja reuniu-se para interceder a Deus por ele (At 12.1-17). Aquela reunião de súplica foi certamente transformada em reunião de louvor e agradecimento a Deus pela oração respondida.

ARGUMENTO  MISSIOLÓGICO

“A Importância da Intercessão para a Missão Urbana – A oração é o segredo espiritual para vermos Deus derramar um poderoso avivamento em nossas cidades. Se acreditamos que o avivamento é uma ação soberana do Espírito Santo, a oração é a maneira pela qual veremos essa ação acontecer. Na intercessão, a Igreja assume sobre os seus ombros a responsabilidade espiritual pelo bem-estar da cidade. No Antigo Testamento, o sacerdote carregava sobre os seus ombros os nomes dos filhos de Israel, para representá-los diante de Deus todas as vezes em que ele chegasse à presença do Senhor. […].

A Igreja, como povo sacerdotal do Senhor, também precisa levar a sua cidade constantemente diante da presença de Deus. Somos colocados pelo Senhor como atalaias nos muros da cidade e temos a responsabilidade de não permitirmos que invasores entrem e destruam nossa sociedade. […] Não podemos estar descansados enquanto nossa cidade estiver sob o perigo iminente da destruição por causa dos seus pecados. […] Nossa negligência na intercessão poderá trazer sérios prejuízos para nossas cidades” (ALVES, José. Missão Urbana: Estratégias para a Conquista de Cidades. 1.ed. Rio de Janeiro: 2020, p.63).

CONCLUSÃO

Orar pelos outros é um dever e uma prova de que o amor de Deus está derramado no coração do intercessor. Buscar a Deus com é o modo correto de começar. Todos os cristãos devem desenvolver uma vida de oração e intercessão, buscando ter em si virtudes como altruísmo, perseverança e empatia espiritual. Assim fazendo, além de aprimorar sua vida de comunhão com Deus, o cristão estará cumprindo o mandato divino de amar ao próximo como a si mesmo.

Um árduo trabalho missionário. Paulo e seus companheiros de ministério trabalharam arduamente na obra de evangelização (1Ts 2.9). O ministério exige sacrifício e trabalho. Muitos, erroneamente, acreditam que o pastor deve se preocupar somente com as questões administrativas e financeiras da igreja, mas o ministro de Deus, tem a responsabilidade de exortar, ganhar almas para Cristo e discipular seus filhos na fé. Paulo não se preocupava só com as ovelhas do rebanho, mas demonstrava um zelo especial com a evangelização e a obra missionária.

 

Bibliografia

– Bíblia de Estudo Gesiel Gomes ARC

– Dicionário Online

– Apontamentos Teológicos do Autor

– Lições Bíblicas CPAD – Jovens e Adultos  – 1º Trimestre de 2011

 – Título: Atos dos Apóstolos — Até aos confins da Terra – Comentarista: Claudionor Corrêa de Andrade – Lição 10: O Evangelho propaga-se entre os gentios – Data: 06 de Março de 2011.

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