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Lição 9 – Uma Igreja que se Arrisca

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Veremos que os crentes da Igreja Primitiva arriscaram suas próprias vidas enfrentando forte oposição por parte das autoridades, todavia, aqueles irmãos não deixaram de testemunhar e proclamar o evangelho de Cristo.

Eles não tinham suas vidas por preciosas, por isso, não temiam testemunhar de Jesus. Os crentes demonstravam, por intermédio do testemunho pessoal, o que Jesus havia feito em suas vidas. Não podemos nos esquecer de que fomos chamados para sermos testemunhas de Cristo.

Muitas são as oportunidades que o Senhor tem nos dado para proclamarmos sua Palavra. Que não venhamos a ficar intimidados, deixando de testemunhar de Cristo, mesmo diante das críticas, maus exemplos de alguns ou qualquer tipo de perseguição. Sigamos de perto a postura dos primeiros crentes.

I – TEXTO BÍBLICO

(Atos 6.8-15; 7.54-60).
– Atos 6

V, 8 — E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
V, 9 — E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão.
V, 10 — E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava.
V, 11 — Então, subornaram uns homens para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus.
V, 12 — E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo com ele, o arrebataram e o levaram ao conselho.
V, 13 — Apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei;
V, 14 — porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu.
V, 15 — Então, todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.

Atos 7

V, 54 — E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seu coração e rangiam os dentes contra ele.
V, 55 — Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus,
V, 56 — e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus.
V, 57 — Mas eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos e arremeteram unânimes contra ele.
V, 58 — E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo.
V, 59 — E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
V, 60 — E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.

II – ESTEVÃO, O PRIMEIRO MÁRTIR DA IGREJA QUE ARRISCOU A VIDA*

1. Prodígios e grandes sinais. Dentre os homens escolhidos para cuidarem da assistência social da igreja, destaca-se Estêvão, homem cheio da graça, sabedoria e do poder do Espírito Santo. Esse diácono supria as exigências estabelecidas pelos apóstolos: homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria (At 6.3). Como é maravilhoso ver Deus levantar pessoas tementes e que se permitem serem usadas como canais do Senhor para abençoar vidas.

No Antigo Testamento, temos exemplos de profetas como Elias e Eliseu, que realizaram grandes sinais entre o povo daquela época. Esses profetas realizaram milagres como a multiplicação de alimento, fogo que caiu do céu, abertura de rios, curas e ressurreições. No Novo Testamento, vemos Deus usando os apóstolos com sinais e prodígios, curando os enfermos (At 5.12-16).

Jesus afirmou: “E estes sinais seguirão aos que crerem: ‘em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão” (Mc 16.17,18).

2. Sabedoria e autoridade. Estêvão não era somente cheio de poder para realizar sinais, mas ele também era dotado de sabedoria divina. Diz o texto que alguns judeus helenistas, grupo a que Estêvão pertencia, se levantaram para debater com ele. Entre eles, havia os da sinagoga chamada dos Libertos (escravos libertos que haviam pertencido a cidadãos romanos, alexandrinos e da Cilícia). Quando levantaram questões sobre as doutrinas da fé cristã, foi Estêvão que respondeu aos opositores da igreja (At 6.9).

A Bíblia diz que não “podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava” (At 6.10). Jesus já havia dito que Ele daria aos seus discípulos boca e sabedoria a que ninguém poderia resistir, nem contradizer (Lc 21.15). Com a descida do Espírito Santo receberiam também poder para testemunhar (At 1.8).

3. Estêvão é acusado de palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. Mesmo com toda a sabedoria e autoridade com que falava acerca de Cristo, os homens de dura cerviz resistiram ao Espírito Santo (At 7.51). Não satisfeitos eles subornam algumas pessoas para que dissesse que ouviram Estêvão proferir blasfêmias contra Moisés e contra Deus (At 6.11). Levam-no ao Sinédrio, juntamente com falsas testemunhas.

Podemos observar os mesmos ataques do maligno que foram levantados contra Jesus (Mc 14.56-58) e, mais tarde, contra Paulo (At 21.28). Muitos outros cristãos fieis ao Senhor, ao longo da história, também foram injustamente acusados de atos que não cometeram e de coisas que nunca disseram. Talvez você também tenha sido alvo de uma calúnia. Então, saiba que da mesma forma que Deus foi com esses cristãos, Ele estará com você em todos os momentos.

ARGUMENTO APOLOGÉTICO

“ESTÊVÃO, além de ser um bom administrador, foi também um poderoso orador. Quando confrontado no Templo por vários grupos antagônicos ao Cristianismo, usou uma lógica convincente para refutá-los. Isto está claro na defesa da fé que ele fez diante do Sinédrio. Estêvão apresentou um resumo da história dos judeus e fez poderosas aplicações das Escrituras, o que atormentou seus ouvintes. Durante seu discurso, ele provavelmente percebeu que estava redigindo sua sentença de morte.

Os membros do Sinédrio não podiam suportar que suas motivações ‘malignas’ fossem expostas. Apedrejaram Estêvão até à morte enquanto ele orava pedindo que o Senhor os perdoasse. As palavras finais do discípulo demonstram o quanto se tornou parecido com Jesus em pouco tempo.

A morte de Estêvão causou um duradouro impacto sobre o jovem Saulo de Tarso, que deixou de ser um violento perseguidor dos cristãos para tornar-se um dos maiores defensores e pregadores do evangelho que a Igreja já conheceu.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p.1490).

III – O PODEROSO DISCURSO DE ESTEVAM*

1. Um sermão memorável. Depois de ser acusado injustamente Estêvão profere um dos sermões mais belos de toda a Bíblia (At 7.2-53). Ele narra desde a chamada de Abraão até a sua saída de Ur, passando pelos patriarcas Isaque e Jacó até chegarem ao Egito e serem salvos por intermédio de José. Estêvão discorreu a respeito do plano de Deus para a humanidade. Em sua defesa ele destacou a universalidade do Evangelho. Na verdade, as primeiras grandes revelações de Deus ocorreram em terras estrangeiras (Ur, Harã, Egito e Sinai).

Ele enfatiza também a história gloriosa de Israel em que Deus usa Moisés para libertar o povo, passando por Davi, Salomão, o Templo e os profetas que falaram acerca do Justo que viria. Uma pregação maravilhosa e cheia de sabedoria e unção.

Mas esse sermão não visava apenas a informação dos fatos históricos. O objetivo de Estêvão era confrontar os seus ouvintes quanto à prática de fé adotada por eles. O sermão bíblico e ungido pelo Senhor não visa somente fazer com que as pessoas se sintam bem, mas faz com que se sintam incomodadas e queiram melhorar o relacionamento com Deus.

2. Injustiçado, mas cheio do Espírito Santo. Ao ouvirem o sermão de Estêvão, os homens de dura cerviz enfureceram-se e rangeram os dentes contra ele (At 7.54). Infelizmente, muitos ainda hoje também não aceitam a mensagem do Evangelho, pois ela vai de encontro ao estilo de vida pecaminoso que preferem adotar. Mas Estêvão continuava pregando e era cheio do Espírito Santo.
– Como é bom ver jovens que mesmo enfrentando provações e rejeição, até mesmo da própria família devido à sua fé em Jesus Cristo, continuam cheios do Espírito Santo.

3. A visão dos céus abertos. Quando estamos cheios do Espírito Santo, podemos ser testemunhas de acontecimentos sobrenaturais. É o que aconteceu com Estêvão. Quando ele terminou seu sermão, fixou seus olhos no céu e viu a “glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus” (v. 55). E não só viu, como também afirmou a todos: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus” (At 7.56). No momento em que estava sendo acusado e apedrejado, os céus se abrem para ele. A Palavra de Deus fala de Jesus assentado à direita de Deus (Mc 14.62; Lc 22.69; Cl 3.1), mas nesse caso Jesus estava em pé dando as boas-vindas ao primeiro mártir da história da Igreja. Nosso Salvador recebe aqueles que lhe são fiéis até à morte. Ele mesmo disse: “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mt 10.32).

ARGUMENTO BÍBLICO – HONRANDO A DEUS

“Estêvão viu a glória de Deus e Jesus, o Messias, à direita do Pai. As palavras do discípulo foram semelhantes às de Jesus diante do Sinédrio (Mt 26.64; Mc 14.62; Lc 22.69). A visão de Estêvão apoiava a reivindicação de Jesus; ela irritou os líderes judeus que condenaram Jesus à morte por blasfêmia. Por não tolerarem as palavras de Estêvão, mataram-no. Talvez as pessoas não nos matem por testemunharmos a respeito de Cristo, mas podem deixar claro que não desejam ouvir a verdade e tentar nos calar.

Continue honrando a Deus por meio de sua conduta e de suas palavras; embora muitos possam rebelar-se contra você e sua mensagem, alguns seguirão a Cristo. Lembre-se de que a morte de Estêvão causou um profundo impacto na vida de Paulo, que mais tarde se tornou o maior missionário cristão. Mesmo aqueles que se opõem a você agora, podem mais tarde se voltar para Cristo.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p.1492).

IV – O MARTÍRIO DE ESTÊVÃO

1. A fúria dos homens.* Quando Estêvão exclamou que via os céus abertos e que contemplava Deus e Jesus, seus algozes gritaram com grande voz, taparam seus ouvidos e se arremeteram contra ele. O mundo não quer ouvir a Verdade, pois a Verdade denuncia a sua pecaminosidade. Os acusadores de Estêvão não aceitaram a mensagem, expulsaram-no da cidade e o apedrejaram até a morte (At 7.58).

Aquele diácono, cheio do Espírito Santo, sofreu o martírio de um profeta. O governo romano não permitia que os povos sujeitos à sua autoridade executassem a pena de morte. Porém, os inimigos de Estêvão estavam tão irados que o mataram, segundo eles, de acordo com a lei judaica. Um fim trágico, humanamente falando, para um obreiro fiel ao Senhor e à jovem igreja. No entanto, um fim glorioso, espiritualmente falando, quando ele é recebido e honrado no lar eterno por Cristo.

2. Um jovem chamado Saulo. Segundo a lei judaica o criminoso deveria ser despido antes de seu julgamento para aumentar ainda mais a humilhação pública. Então, aqueles que mataram Estêvão lançaram suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo, que consentira naquele apedrejamento. Sem participar diretamente nessa execução, Lucas apresenta Saulo como conspirador na morte de Estêvão. Alguns pensam que Saulo estivesse naquele momento também como arauto anunciando aos transeuntes o crime do acusado.

3. Perdão nos momentos derradeiros. Ao ser apedrejado, Estêvão invoca ao Senhor pedindo que receba o seu espírito. Ele se coloca de joelhos e diz: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (At 7.60). Ele estava seguindo o exemplo de Jesus para com seus algozes. Quem sabe sua oração teve influência na conversão do próprio Saulo? Diante da injustiça, do escárnio e da violência, Estêvão consegue perdoar.

Embora brutalmente sentenciado, morreu de forma digna de um cristão verdadeiro que não guarda amargura, ira ou indignação (Ef 4.31). Perdoar a quem nos tem ofendido não é fácil, mas viver o verdadeiro cristianismo também não o é, e o perdão é uma das características do seguidor de Cristo.

V – OS RESULTADOS DA MORTE DE ESTÊVÃO*

Semeado em Jerusalém, o sangue de Estêvão frutifica a vocação universal da Igreja de Cristo. O que parecia mais uma seita judaica extrapola as fronteiras de Israel como Reino para conquistar o império. Nesse processo, Saulo de Tarso antagoniza um importante papel. Perseguindo, espalha a chama do evangelho. Mais tarde, já converso e perseguido, leva esta mesma flama até aos extremos da terra.

O martírio de Estêvão não foi em vão. Mais tarde, testemunharia Tertuliano (155-222), um dos mais importantes apologetas eclesiásticos: “Quanto mais nos esmagardes, tanto mais cresceremos, que é semente o sangue dos cristãos”. Neste momento, a Igreja de Cristo é perseguida em todo o mundo. Sim, perseguem-nos não apenas física, mas cultural e institucionalmente. À semelhança dos cristãos primitivos, quanto mais tentam reprimir-nos localmente, mais universalmente nos espalhamos.

O teólogo inglês Matthew Henry (1662-1714), um dos maiores comentaristas das Sagradas Escrituras, escreve mui sábia e apropriadamente: “Algumas vezes Deus levanta muitos ministros fiéis sobre as cinzas de um deles”. Haja vista o martírio de Estêvão. Se aos olhos humanos era uma simples execução, à vista divina aquela morte foi o caminho que conduziu muitos à vida, inclusive um homem fero e irreconciliável como Saulo de Tarso. Somente a história haveria de avaliar os efeitos do assassinato daquele justo.

1. Sobre Paulo. Como ouvir um discurso como o de Estêvão e não curvar-se às evidências do evangelho? Embora teimasse em não reconhecer a Jesus como o Messias de Israel, Saulo de Tarso não pôde ficar indiferente às palavras e ao martírio daquele santo. É o que depreendemos destas palavras do próprio Senhor: “Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões” (At 26.14).

Aliás, o mesmo Saulo o confessa: “E, quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, também eu estava presente, e consentia na sua morte, e guardava as vestes dos que o matavam” (At 22.20). A evangelização de Saulo teve início com o sermão de Estêvão, em Jerusalém, sendo complementada, em Damasco, por Ananias. Muito em breve o que localmente perseguira a Igreja, universalmente haveria de expandi-la de Antioquia a Roma.

2. Sobre a Igreja. Com os termos da Grande Comissão a ecoar-lhes nos ouvidos, sabiam os santos apóstolos que a Igreja não poderia circunscrever-se a Jerusalém (Mt 28.19,20). Mas quando sair à Judeia? Quando alcançar Samaria? E quando atingir os mais distantes lugares da terra? Estando ainda estas perguntas por se responder, eis que o martírio de Estêvão precipita a dispersão da Igreja de Jerusalém. Ao relatar o evento, escreve Lucas: “Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra” (At 8.4).

Por conseguinte, quando aqueles piedosos varões puseram-se a sepultar o corpo de Estêvão, não sabiam eles estarem, na verdade, semeando uma semente que, de imediato, multiplicar-se-ia dentro e fora dos termos de Jacó. Não foi exatamente isto o que ensinara o Senhor: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24). Mais tarde, confirmaria o doutíssimo Tertuliano as palavras do Cristo: “O sangue dos mártires é a semente da Igreja”.

VI – COMO A IGREJA SE ARRISCA*

Síntese:

1. Evangelizando e fazendo missões.* – Se bem atentarmos, constataremos: a Igreja só começou a evangelizar e a fazer missões depois da perseguição que lhe moveram as autoridades judaicas após a morte de Estêvão (At 8.4,5; 13.1-3). O que estamos esperando? É hora de atravessarmos as fronteiras com o Evangelho de Cristo.

2. Apresentando uma apologia de nossa fé. Contra a perseguição cultural e institucional, a recomendação de Pedro é clara e urgente: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15 — ARA).

3. Conservando nossa identidade como povo de Deus. Somos perseguidos, porque somos um povo especial, zeloso e de boas obras (Tt 2.14). – Enfim, representamos tudo o que o mundo odeia. Nós, luz; eles, ainda em trevas. Porfiemos por uma vida santa e justa.

CONCLUSÃO

As perseguições à Igreja não ficaram no passado. Este sistema, que jaz no maligno, tudo faz por sufocar a Noiva do Cordeiro. Está você preparado arriscar a sua fé? Morreria por amor a Cristo? Não podemos fugir a essa pergunta. Que a nossa confissão seja tão firme quanto à de Jan Hus (1369-1415), reformador protestante da antiga Boémia: “Com a maior alegria confirmarei com meu sangue a verdade que tenho escrito e pregado”.

Bibliografia
– Bibliografia
– Bíblia de Estudo Gesiel Gomes
– Bíblia Cronológica
– Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
– Apontamentos Teológicos do autor
– Disciplina grade ctec vida cristã – Atos dos Apóstolos
– Disciplina História da Igreja – CTEC VIDA CRISTÃ
-https://bibliotecadopregador.com.br/o-que-aprendemos-sobre-a-igreja-perseguida/

– Comentário: Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Mundo Novo-Ba. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior – Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC – Pós-Graduando em História, Membro da academia Pré-Militar (ACPMB) – Pós-Graduando Ciências da Religião (Famart) – Juiz de Paz (CONAJ), Graduando História (Facuminas), Formação da Alfabetização da Língua Grega (Koiné), DIRETOR do CTEC VIDA CRISTÃ (Centro Teológico de Educação e Cultura), Autor do livro 1000 Esboços Bíblico para Sermões – Autor da Revista de Estudo Bíblico acerca de João Batista – Autor da Revista acerca de Absalão, Autor do Livro Evidências Reais do Apocalípse – Autor do Livro Escatologia Bíblica Panorâmica, Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba. – Aproveite e estude cursos gratuitos no CTECVIDACRISTA.COM e comentários anteriores das Lições Bíblicas EBD. Ver outros comentários (anteriores) do trimestre em vigor no Site: www.portalebd.org

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